sábado, 25 de julho de 2009

Prevenção na doença de Alzheimer - Vitamina B, C e E podem travar a evolução da doença

5 Agosto, 2004 - 09:30

Uma investigação norte-americana, publicada na revista britânica Nature, revela que a doença de Alzheimer poderá ser prevenida e curada através da alimentação, do estilo de vida e medicamentos.De acordo com o investigador norte-americano, Mark P Mattson, do Instituto Nacional do Envelhecimento de Baltimore, «apesar de existirem medicamentos que podem melhorar temporariamente a memória, não há nenhum tratamento que permita parar ou inverter a degeneração dos neurónios».

O exercício físico, a estimulação da actividade cerebral e uma alimentação pouco calórica e rica em vitaminas B, C e E podem travar a evolução da doença.

O investigador adianta ainda que a doença de Alzheimer, que provoca perda de memória, declínio das funções cerebrais e alterações de personalidade, poderá triplicar dentro de 50 anos.

A doença afecta quase 2% da população dos países desenvolvidos, conforme avança o Diário de Notícias.

* Saúde

domingo, 5 de julho de 2009

Vitamina B12 previne atrofia cerebral e Alzheimer

Baixo consumo do nutriente causa perda de volume cerebral

Estudo publicado na revista Neurology, por pesquisadores de Oxford University e da Universidade de Oslo, comprovam a ligação entre a falta de vitamina B12 e os casos de atrofia cerebral, um dos agentes usados como marcador de progressão da doença de Alzheimer.

A pesquisa analisou 107 participantes do projeto de Oxford, realizando exames anuais por cinco anos,ressonâncias magnéticas do cérebro, avaliações cognitivas e físicas, entre eles.

A comparação das ressonâncias magnéticas obtidas no início do estudo e aquelas realizadas após cinco anos mostrou maior perda de volume cerebral nos participantes com baixos níveis plasmáticos de vitamina B12. Indivíduos cujos medidores estavam entre os mais baixos tinham seis vezes mais risco de perda de volume cerebral.

Investigações anteriores sobre a vitamina B12 apresentam resultados mistos e poucos estudos têm sido realizados especificamente com o crânio em populações idosas.

Já, nessa pesquisa, foram testados níveis de vitamina B12 de forma mais apurada ao olhar para certos marcadores no sangue.

"O estudo mostra que consumir mais vitamina B12, por meio da ingestão de carne, peixe e cereais enriquecidos, ajuda a prevenir a atrofia do cérebro e ainda salva nossa memória", comenta Dra. Daniela Jobst, nutricionista clínica funcional.

"Pesquisas mostram que a deficiência de vitamina B12 é um problema de saúde pública, especialmente entre os idosos, de forma que a maior ingestão da mesma poderia ajudar a reverter esse problema", finaliza a nutricionista funcional.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Dieta rica em antioxidantes pode melhorar fertilidade do homem, diz estudo

Uma baixa ingestão de frutas, legumes e verduras pode levar à baixa capacidade reprodutiva do homem, segundo estudo realizado na Espanha.

Cientistas das Universidades de Múrcia e de Alicante concluíram que a presença dos chamados antioxidantes nestes alimentos melhoram a qualidade do sêmen, afetando positivamente os parâmetros de concentração de espermatozoides, e ainda sua morfologia e sua mobilidade.

Ao mesmo tempo, uma dieta à base de alimentos mais gordurosos pode produzir um efeito negativo na fertilidade masculina.

"Um estudo anterior nosso mostrou que homens que comem muita carne e laticínios gordurosos têm uma qualidade de sêmen inferior à dos que consomem mais frutas, legumes e laticínios desnatados", explicou Jaime Mendiola, da Universidade de Múrcia e principal autor da pesquisa, publicada na revista especializada Fertility and Sterility, da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva.

Suplementos Para o atual estudo, os cientistas analisaram 61 voluntários - 30 deles com problemas reprodutivos e os demais como grupo de controle.

"Observamos que nos casais com problemas de fertilidade que chegavam à clínica, os homens com melhor qualidade seminal consumiam mais verduras e frutas - portanto mais vitaminas, ácido fólico e fibras, e menos proteínas e gorduras - do que os homens com baixa qualidade do sêmen", afirmou Mandiola.

O pesquisador admitiu, no entanto, que sua equipe ainda não chegou a uma conclusão sobre se seria suficiente para um homem com problemas de fertilidade ingerir suplementos vitamínicos, em vez de aumentar o consumo de legumes e frutas.

"Vamos realizar um estudo nos Estados Unidos, onde o consumo de suplementos é muito comum, para avaliarmos este aspecto", disse Mandiola.

Os antioxidantes são um dos grandes chamarizes das indústrias de cosméticos e suplementos alimentares, que alegam que essas substâncias têm a propriedade de combater os chamados radicais livres, moléculas de oxigênio altamente reativas que circulam pelo organismo e provocariam o envelhecimento celular. Em queda Cada vez mais estudos científicos indicam que a qualidade do sêmen humano e da fecundidade masculina vêm caindo nas últimas décadas.

Uma pesquisa realizada com homens europeus entre 2001 e 2008, pelo Instituto Valenciano de Infertilidade, os portugueses ocuparam o primeiro lugar da lista de qualidade do sêmen e sua capacidade de conceber um feto, seguido dos espanhóis.

Nos países do norte da Europa, como na Escandinávia, cerca de 40% dos jovens apresentam uma qualidade de sêmen inferior à recomendável para ser fértil.

"Os especialistas dinamarqueses estão estudando o assunto porque esses números são preocupantes", explicou Mandiola. "Os hábitos de vida podem estar muito relacionados com a qualidade do esperma e com os parâmetros da fertilidade em humanos." O pesquisador lembra ainda que a comunidade médica tem feito um esforço para aconselhar mulheres grávidas a evitarem a exposição a agentes tóxicos, que poderiam afetar a fertilidade do bebê na idade adulta.
UOL Celular


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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Refrigerante em excesso pode prejudicar músculos e coração, diz estudo da France Presse, em Paris As pessoas que bebem muito refrigerante diariamen

o do potássio provoca debilidade muscular, palpitações e enjoos.

O estudo foi realizado com pessoas que bebiam entre dois e nove litros diários de refrigerante, incluindo mulheres grávidas internadas.

Uma gestante que bebia três litros de refrigerante por dia apresentava cansaço, perda de apetite e vômitos, enquanto outra, que consumia até sete litros diários (antes da internação), sofria de debilidade muscular.

Após deixar de beber refrigerante e tomar potássio, as duas pacientes se recuperaram, destaca o estudo.

A redução do potássio é provocada por três componentes muito presentes em certos refrigerantes: glicose, frutose e cafeína.

sábado, 13 de setembro de 2008

Dieta mediterrânea previne doenças crônicas

Da BBC Brasil

A chamada dieta mediterrânea - rica em legumes, verduras, frutas e peixes - ajuda a prevenir as doenças crônicas mais comuns, como Mal de Alzheimer, câncer, Mal de Parkinson e doenças cardiovasculares, segundo um estudo publicado no site da revista médica britânica BMJ British Medical Journal.

» Dieta mediterrânea está perdendo adeptos
»Dieta mediterrânea na gravidez pode prevenir asma
» Dieta: fotografar alimentos 'é melhor que diário'

Há anos, os hábitos alimentares das populações que vivem às margens do Mar Mediterrâneo têm a reputação de ser um modelo de alimentação saudável e de contribuir para uma saúde e uma qualidade de vida melhores.

Tradicionalmente, a dieta mediterrânea costuma ser rica em azeite de oliva, grãos, frutas, nozes, legumes e peixe, além de preconizar um consumo moderado de álcool e baixo de carnes vermelhas e laticínios.

Pesquisas anteriores já haviam indicado que a dieta mediterrânea pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares e câncer, mas ainda não havia sido realizada uma meta-análise, ou seja, uma avaliação de vários outros estudos já publicados.

Análise de estudos
Por isso, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Florença, na Itália, examinou 12 estudos de vários países que, juntos, reuniam mais de 1,5 milhão de participantes e acompanharam os hábitos alimentares e a saúde deles por períodos de três a 18 anos.

O objetivo foi estabelecer uma relação entre a adoção da dieta mediterrânea, a morte prematura e a ocorrência de doenças crônicas. Os cientistas usaram uma pontuação para quantificar o rigor na adoção da dieta.

Os participantes com alta pontuação (mais adeptos da dieta mediterrânea) apresentavam condições de saúde melhores, uma taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares 9% mais baixa, uma incidência 13% mais baixa do Mal de Parkinson e de Alzheimer e 6% de redução nos casos de câncer.

Por isso, os pesquisadores afirmam que manter à risca a chamada dieta mediterrânea pode ser um instrumento eficiente na redução do risco de morte prematura e doenças crônicas na população em geral.

BBC Brasil

Falta de vitamina B12 está associada a encolhimento do cérebro

Nicholas Bakalar

O fracasso em absorver devidamente a vitamina B12 encontrada em carne, leite e ovos já foi implicado como causa em diversos problemas neurológicos.

Agora, um estudo britânico sugere que a baixa presença dessa vitamina em pessoas de idade mais avançada pode fazer com que o cérebro encolha.

» Vitamina B não reduz os riscos de doenças coronárias

» Estudo associa mortalidade a pouca vitamina D

» Idosos não recebem suficiente 'vitamina solar'

O estudo, publicado pela revista Neurology em sua edição desta semana apresentava resultados referentes a 107 homens e mulheres com idade média de 73 anos e não portadores de traços perceptíveis de redução nas faculdades mentais.

Os pesquisadores usaram imagens de ressonância magnética para medir o volume cerebral e exames de sangue para registrar a presença de vitamina B12.

Eles dividiram os participantes em três grupos, com base nos níveis de vitamina apresentados, e os acompanharam por cinco anos, com exames anuais de ressonância magnética cerebral e testes das faculdades mentais.

O grupo com menor presença de vitamina B12 perdeu duas vezes mais volume cerebral do que os grupos com presença mais elevada.

A diferença era significativa mesmo que os resultados fossem ponderados com base no tamanho inicial do cérebro, idade, sexo, nível educacional, resultados de testes cognitivos e diversos indicadores da química sangüínea.

David Smith, professor emérito de farmacologia na Universidade de Oxford e principal autor do estudo, disse que o trabalho estabelecia uma associação, mas não uma conexão causal.

"Isso não significa que a pessoa deva ir à farmácia comprar tabletes de vitamina B12 amanhã", ele afirmou.

"Precisamos conhecer os resultados de um exame clínico no qual estejamos testando se a vitamina B12 efetivamente previne um encolhimento do cérebro".

The New York Times
Nicholas Bakalar

O fracasso em absorver devidamente a vitamina B12 encontrada em carne, leite e ovos já foi implicado como causa em diversos problemas neurológicos. Agora, um estudo britânico sugere que a baixa presença dessa vitamina em pessoas de idade mais avançada pode fazer com que o cérebro encolha.

» Vitamina B não reduz os riscos de doenças coronárias
» Estudo associa mortalidade a pouca vitamina D
» Idosos não recebem suficiente 'vitamina solar'

O estudo, publicado pela revista Neurology em sua edição desta semana apresentava resultados referentes a 107 homens e mulheres com idade média de 73 anos e não portadores de traços perceptíveis de redução nas faculdades mentais.

Os pesquisadores usaram imagens de ressonância magnética para medir o volume cerebral e exames de sangue para registrar a presença de vitamina B12. Eles dividiram os participantes em três grupos, com base nos níveis de vitamina apresentados, e os acompanharam por cinco anos, com exames anuais de ressonância magnética cerebral e testes das faculdades mentais.

O grupo com menor presença de vitamina B12 perdeu duas vezes mais volume cerebral do que os grupos com presença mais elevada. A diferença era significativa mesmo que os resultados fossem ponderados com base no tamanho inicial do cérebro, idade, sexo, nível educacional, resultados de testes cognitivos e diversos indicadores da química sangüínea.

David Smith, professor emérito de farmacologia na Universidade de Oxford e principal autor do estudo, disse que o trabalho estabelecia uma associação, mas não uma conexão causal.

"Isso não significa que a pessoa deva ir à farmácia comprar tabletes de vitamina B12 amanhã", ele afirmou. "Precisamos conhecer os resultados de um exame clínico no qual estejamos testando se a vitamina B12 efetivamente previne um encolhimento do cérebro".

The New York Times