domingo, 28 de novembro de 2010

Complexo B - Indicações, Contra Indicações

COMPLEXO B

Complexo B - Indicações, Contra Indicações E Bula Do Remédio
O que é Complexo B? O complexo B é um conjunto de oito vitaminas hidrossolúveis com importante ação no metabolismo celular. Antigamente, pensava-se que as vitaminas do complexo B, como são conhecidas, eram uma só vitamina, chamada de vitamina B. Depois, pesquisas mostraram que elas eram vitaminas quimicamente distintas que coexistem em alguns alimentos. Lista de vitaminas B * Vitamina B1 (tiamina) * Vitamina B2 (riboflavina) * Vitamina B3,(niacina, incluindo ácido nicotínico e nicotinamida) * Vitamina B5 (ácido pantotênico) * Vitamina B6 (piridoxina) * Vitamina B7, antes conhecida como vitamina H (biotina) * Vitamina B9, antes conhecida como vitamina M ou vitamina Bc (ácido fólico) * Vitamina B12 (cobalamina) ATENÇÃO: Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças e só deve ser Consumido com recomendação médica, O mau uso desses fármacos podem causar danos à sua saúde e levar a morte.
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Melão

O melão é o fruto produzido pelo meloeiro, planta rasteira de origem asiática e africana. Possui características variáveis de acordo com a sua espécie. Sua polpa é carnosa e suculenta contendo grande quantidade de água (cerca de 90%), cálcio, fósforo, ferro, vitaminas do complexo B e ainda A, C e E. O fruto possui funções calmantes, diuréticas, fortificantes e laxantes, também auxilia no tratamento de gota, obesidade, artrite, colite, prisão de ventre, nefrite, cistite, corrimento das mulheres, afecções renais. É bastante indicado para dias muito quentes, pois repõe a água e os nutrientes perdidos e ainda tem ação refrescante. Para escolher um melão bom para consumo deve-se atentar para tais características: casca firme de coloração forte, perfume agradável e sementes soltas (agite a fruta). Não é recomendável o consumo da fruta se ela apresentar rachaduras ou perfurações. É importante manusear com cuidado a fruta, pois é bastante sensível, e lavá-la antes de consumir. Quando o fruto não estiver totalmente maduro, deve ser conservado em temperatura ambiente e quando atingir o ponto de maturidade deve ser encaminhado para o refrigerador, podendo permanecer nesse por até três semanas. No Brasil, a safra do melão ocorre de dezembro a março e de julho a setembro. A produção do melão é rápida se for mantida em boas condições. Curiosidade: O melão do tipo cantalupe (tipo americano) tem maior quantidade de vitamina A, C, E e outras do complexo B. O melão mais conhecido no Brasil é o melão-valenciano (tipo espanhol).

Pianga


        


A pitanga é o fruto da pitangueira, árvore de origem brasileira, nativa da Mata Atlântica. Mede de 2 cm a 3 cm de diâmetro. Tem sabor agridoce, polpa aquosa, rosada e perfumada. A casca costuma ser branca, alaranjada ou vermelho-escuro. A palavra “pitanga” vem do tupi-guarani, que significa vermelho. A pitangueira é usada como árvore ornamental em várias cidades brasileiras. Frutifica de outubro a janeiro. Um dos principais produtores da fruta é o estado de Pernambuco. A pitanga é arredondada, achatada nas extremidades. Contém vitaminas A, C, do complexo B, cálcio, ferro, fósforo. A coloração vermelha da fruta deve-se à presença de licopeno, antioxidante eficaz no combate ao câncer. Pode ser consumida ao natural, em sucos, sorvetes, geléias, vinhos, licores e doces.

Almeirão


Originária da Europa Mediterrânea, o almeirão é uma hortaliça do tipo folha caracterizada pelo seu sabor amargo. A hortaliça é pertencente à família Asteraceae, a mesma da alface, chicória, dente-de-leão e serralha. Por esse motivo, o almeirão é muito parecido com a chicória, diferenciando-se apenas por possuir folhas mais alongadas, estreitas e recobertas por pêlos. O almeirão possui um baixo teor calórico, da mesma forma que todos os folhosos. Além disso, possui Cálcio, Fósforo, Ferro, vitaminas A, do Complexo B (B2 e Niacina), e vitamina C em menor quantidade. A hortaliça é consumida no preparo de saladas e pratos quentes, podendo substituir a couve, o espinafre e a chicória. Deve-se lavar e escorrer bem as folhas do almeirão antes de consumi-las. Mesmo com todo seu valor nutritivo, o almeirão ainda não é muito comum na mesa do brasileiro.

Maracujá


Maracujá é um fruto produzido pelas plantas do gênero Passiflora. Pertencente à família Passifloraceae, o maracujazeiro é originário da América Tropical e possui mais de 150 espécies. As espécies mais cultivadas são maracujá-amarelo, maracujá-roxo e o maracujá-doce. O maracujá-amarelo representa mais de 95% da produção no Brasil. O período de colheita do maracujá ocorre de seis a nove meses após o plantio. Pode ser consumido tanto em seu estado natural quanto em doces e sucos. As propriedades calmantes presentes no maracujá deve-se às substâncias alcalóides e bioflavonóides que atuam deprimindo o sistema nervoso central. O maracujá possui alto valor nutritivo, como vitamina C, vitaminas do complexo B e sais minerais. Durante a compra é interessar observar os de casca brilhante, lisa e firme.

Abobrinha


A abobrinha pertence à família cucurbitáceas. Originária do continente americano, a abobrinha é um fruto de fácil digestão, rico em niacina, é fonte de vitaminas do complexo B e possui poucas calorias. Contém fósforo, cálcio, ferro e celulose. Os tipos de abobrinha mais comuns no mercado brasileiro são: a abobrinha tipo menina, que tem o fruto com pescoço, e a tipo italiana, com o fruto alongado sem pescoço. Pode ser encontrada nas cores verde bem claro, quase branca e verde médio com faixas de cor. A abobrinha estraga rapidamente, ficando murcha e com a casca sem brilho. Em ambiente natural o fruto é conservado por até dois dias. Na geladeira o período de conservação é de, no máximo, cinco dias. Na hora da compra escolha os frutos firmes, com a casca de cor brilhante, sem partes escuras ou amolecidas. A abobrinha pode ser consumida refogada, cozida em saladas frias, com suflê, frita à milanesa, recheada. Durante a preparação evite descascá-la, raspe a casca com uma faca.

Melancia


A melancia é uma fruta rasteira, originária da África. Pertence a mesma família do pepino, da abóbora e do melão. O fruto é arredondado ou alongado, de polpa vermelha, doce, com alto de teor de água. A casca é verde e lustrosa, com estrias verde-escuro no sentido do comprimento. Além do alto teor de água, a fruta contém açúcar, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. É cultivada ou aparece quase espontaneamente em várias regiões do Brasil. Seu plantio é feito o ano todo nas regiões quentes e de agosto a novembro em regiões onde o clima é mais frio. Geralmente a melancia é consumida ao natural, como sobremesa, principalmente no verão. A polpa pode ser utilizada no preparo de suco e compota. Quando de boa qualidade, a fruta apresenta casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. Conserva-se bem durante uma semana, em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, conserve-a em geladeira, envolvida em plástico ou papel alumínio.

Jaca


A jaca é o fruto da jaqueira, árvore tropical trazida da Índia para o Brasil no século XVIII. É uma árvore que chega a 20 m de altura e seu tronco tem mais de 1 m de diâmetro. É cultivada em toda região Amazônica e toda a costa tropical brasileira, do Pará ao Rio de Janeiro. A fruta nasce no tronco e nos galhos inferiores da jaqueira e são formados por gomos, sendo que cada um contém uma grande semente recoberta por uma polpa cremosa. Apresenta cor amarelada e superfície áspera, quando madura. As variedades mais cultivadas da jaqueira são: jaca-dura, jaca-mole e jaca-manteiga. O fruto chega a pesar até 15 Kg. É rico em carboidratos, minerais, como cálcio, fósforo, iodo, cobre e ferro. Contém vitaminas A, C e do complexo B. Pode ser consumida in natura, cozida, na preparação de doces e geléias caseiras. As sementes, sem pele e cozidas também podem ser consumidas como tira-gosto. O bagaço da fruta é utilizado na preparação de sucos, geléia e doces.

Jaca


A jaca é o fruto da jaqueira, árvore tropical trazida da Índia para o Brasil no século XVIII. É uma árvore que chega a 20 m de altura e seu tronco tem mais de 1 m de diâmetro. É cultivada em toda região Amazônica e toda a costa tropical brasileira, do Pará ao Rio de Janeiro. A fruta nasce no tronco e nos galhos inferiores da jaqueira e são formados por gomos, sendo que cada um contém uma grande semente recoberta por uma polpa cremosa. Apresenta cor amarelada e superfície áspera, quando madura. As variedades mais cultivadas da jaqueira são: jaca-dura, jaca-mole e jaca-manteiga. O fruto chega a pesar até 15 Kg. É rico em carboidratos, minerais, como cálcio, fósforo, iodo, cobre e ferro. Contém vitaminas A, C e do complexo B. Pode ser consumida in natura, cozida, na preparação de doces e geléias caseiras. As sementes, sem pele e cozidas também podem ser consumidas como tira-gosto. O bagaço da fruta é utilizado na preparação de sucos, geléia e doces

Graviola


A graviola é uma fruta originária da América Central, pertencente ao gênero Annona, no entanto cultivada no Brasil, onde é muito apreciada, sendo também encontrada na África e Ásia. Uma gravioleira (angiosperma) possui porte arbóreo atingindo cerca de 4 a 6 metros de altura, adaptando-se principalmente em regiões de clima tropical e subtropical, onde desenvolve frutos com peso variando entre 2 a 6 quilogramas, podendo atingir até 8 kg. Superficialmente, o fruto é envolvido por um tegumento verde, possuindo pequenas projeções espinescentes. Seu interior apresenta uma polpa (correspondendo a 65% da massa) contendo favos pouco distinguíveis, com sabor agridoce, textura macia e um grande número de sementes. É empregado industrialmente na fabricação de sucos, sorvetes e doces. Além de ser uma excelente fonte de vitamina C e do complexo B, também possui alto teor de ferro, cálcio, potássio, fósforo e carboidratos. Estudos recentes revelam o seu alto potencial terapêutico, provocando variados efeitos no organismo: efeito antidiurético, antiinflamatório, anti-reumático, antiespasmódico, anticancerígeno.

Alho


O alho (Allium sativum) é uma das plantas mais cultivadas ao longo da história. Desde a Antigüidade ela já era utilizada como remédio no Antigo Egito; seus efeitos benéficos para o coração e circulação sanguínea já eram conhecidos desde a Idade Média. Um exemplo da grande popularidade do alho a tempos atrás é o fato de que, com 7 kg de seus bulbos, era possível comprar um escravo no Egito; os siberianos pagavam seus impostos em alhos. O bulbo (cabeça do alho) é composto por folhas escamiformes (dentes), as quais são comestíveis e usadas para diversos fins. Do bulbo se desenvolve um talo; em sua extremidade há uma flor. Existem mais de 500 espécies bem diferenciadas de alho. A planta de alho necessita de solos leves, ricos em matéria orgânica e bem drenados para se desenvolver, além de se adaptar melhor a baixas temperaturas. O alho possui um bom valor nutricional, com vitaminas A, do complexo B e C, além de sais minerais, entre eles ferro, silício e iodo. O alho possui um efeito anti-hipertensivo e anticolesterolêmico, além de ser indicado no tratamento de hipertensão e na redução dos níveis de colesterol. Na culinária, o alho é amplamente utilizado como tempero ou até mesmo como ingrediente principal em muitos pratos.

Receita De Salada De Rúcula Com Molho De Manga


Receita de Salada de Rúcula com Molho de Manga - uma auto-ajuda para você Emagrecer comendo bem Ingredientes da Receita de Salada de Rúcula com Molho de Manga 1/2 xíc. (chá) de manga picada 2 col. (sopa) de azeite de oliva extra virgem 2 col. (sopa) de aceto balsâmico 1 maço de rúcula 2 mangas cortadas em cubinhos Modo de Preparo da Salada de Rúcula com Molho de Manga No liquidificador, bata a manga picada, o azeite e o aceto balsâmico. Lave a rúcula, escorra bem e deixe secar. Em uma saladeira, misture a rúcula com as 2 mangas cortadas em cubinhos e depeje o molho por cima. Rendimento = 6 porções Calorias por porção = 88 Benefícios da Salada de Rúcula com Molho de Manga Contém importantes substâncias antioxidantes: ácido fólico e carotenóides. O ácido fólico é uma vitamina do Complexo B que fortalece o Sistema Imunológico, previne defeitos no tubo neural em recém nascidos e reduz os riscos das doenças do coração. Os carotenóides luteína e zeaxantina encontrados em folhas de cor verde escura podem proteger a saúde dos olhos e fortalecer a retina de possíveis danos. O betacaroteno restaura e constrói novos tecidos, auxilia no tratamento de abcessos, furúnculos, acne e queda de cabelos.

Alimentos Bons Para O Cérebro


Ao contrário do que muitos pensavam, os cientistas descobriram nos anos de 1990, que os neurônios se reproduzem no decurso da vida. O processo de nascimento das novas células nervosas, que é chamado de neurogênese, pode ser estimulado através de alimentos, garantindo-lhe funções nobres, como a capacidade de memorizar e raciocinar. A novidade é que a alimentação enriquecida com colina, nutriente presente na gema do ovo contribui para a neurogênese, já a clara contém a glutamina, essencial para constituir o DNA, ou seja, o material genético de novas células na massa cinzenta. Outra substância boa para a atividade cerebral é o ômega-3, o ácido graxo favorece a neurogênese e protege os já existentes. O nutriente pode ser encontrado em peixes, como salmão, sardinha, atum. É importante também equilibrar a dieta com proteínas, gordura e carboidrato, uma vez que o cérebro gasta grande quantidade de glicose, que pode ser encontrada em pães, massas e arroz. Frutas e vegetais amarelos também são indicados, pois são fontes de betacaroteno, antioxidante eficaz contra o envelhecimento celular. Outras fontes de antioxidantes são: frutas vermelhas e castanhas, como nozes, amendoim, avelã. As carnes, os grãos integrais, o leite e seus derivados são fontes de vitamina do complexo B, que auxilia a regulação da transmissão entre os neurônios.

Abóbora


A abóbora é, em termos botânicos, o fruto da aboboreira, uma planta rasteira da família das cucurbitáceas, a mesma da melancia e do pepino. Vulgarmente classificada como hortaliça, a abóbora possui diferentes denominações no Brasil, como moranga, na região Sul, e jerimum, na região Norte e Nordeste. Originária da América, a hortaliça fez parte da alimentação de muitos povos, como os astecas, incas e maias. Graças à polinização cruzada, existem muitas espécies de abóboras, que podem variar em relação à suas cores, formas e texturas; as principais espécies são: Cucurbita moschata, Cucurbita máxima e Cucurbita pepo. A abóbora pode chegar a pesar 30 kg. Em seu interior, há uma polpa, além de muitas sementes. A abóbora é rica em vitamina A, importante para o bom funcionamento do organismo, e contém o licopeno, um elemento essencial para a visão. A hortaliça também possui vitaminas do complexo B; sais minerais, como o Cálcio e o Fósforo; além de ser provida de propriedades laxativas e diuréticas. Por ser muito versátil, a abóbora pode ser consumida de diversas formas, como ingrediente em saladas, pratos quentes, refogados, sopas, pães, bolos, doces, etc. Suas sementes, ricas em ferro, também podem ser torradas e consumidas como aperitivo. Na hora da compra, é aconselhável optar por abóboras sem sinais de ferimentos e que apresentem cascas sem brilho, visto que isso significa que elas já amadureceram. Na América do Norte, as abóboras são preenchidas por lanternas decorativas para o Halloween (Dia das Bruxas), comemoração típica da cultura anglo-saxônica.

Ameixa


A ameixa é o fruto comestível da ameixeira. Pertencente à família das rosáceas, a ameixa de cor vermelha, amarela ou roxa escura é carnosa e suculenta. A ameixa possui alto valor nutritivo, é rica em açúcar, sais minerais (cálcio, fósforo e ferro) e algumas vitaminas, como as vitaminas do complexo B, que evitam problemas de pele e reumatismo. É indicada contra a prisão de ventre por seu poder laxativo. Possui mais fibras do que qualquer outra verdura, fruta ou feijões secos. A ameixa seca repõe nutrientes minerais como ferro, zinco e potássio, esse ajuda a diminuir a pressão sanguínea e melhora a saúde dos ossos. Cada 100 gramas de ameixa fresca contêm 47 calorias. A espécie da fruta seca apresenta valor calórico bem maior, por conter alto teor de açúcar. Existem muitas variedades segundo o tamanho, cor, sabor e estação do ano em que se desenvolvem. Os diferentes nomes que a ameixa possui variam de acordo com o lugar onde é cultivada. No Brasil, a ameixa é cultivada em Minas Gerais, na Bahia e no Distrito Federal. O período da safra vai de dezembro a fevereiro. Durante a maturação, a ameixa sofre mudanças de cor, aroma, sabor e textura. Os indicadores de maturação determinam o momento adequado da colheita. Um desses indicadores consiste na firmeza da polpa que diminui, tornando a fruta tenra e macia. Os dois fatores mais importantes referentes à colheita implicam em cuidado durante a mesma e a maturação adequada. Após a colheita, as frutas são selecionadas e classificadas. A ameixa é utilizada no preparo de doces, conserva e geléia.

Jabuticaba


A jabuticaba é uma fruta originária do Brasil. Nativa da Mata Atlântica, ela pode ser encontrada nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, além de outros. A fruta também pode ser encontrada em certas regiões da Argentina, Paraguai e Uruguai. A jabuticaba tem um formato arredondado e uma coloração roxo-escura. Sua polpa branca possui algumas pouquíssimas sementes e é de sabor doce e grandemente apreciado. As jabuticabas surgem nos meses de agosto a setembro e de janeiro a fevereiro. A safra, embora dure pouco, é abundante. Existem cerca de 12 a 15 diferentes espécies de jabuticaba. A mais comum delas é a Sabará, sendo essa espécie, grandemente produtiva e a mais apreciada. Além dessa, outras espécies muito cultivadas são a Paulista, Branca, Rajada e Ponhema. A fruta adapta-se ao clima tropical e subtropical úmido, sendo encontrada tanto em regiões com temperaturas médias baixas, como no Rio Grande do Sul, como em regiões mais quentes, como no Pará. A jabuticaba é utilizada na produção de diversos produtos, como vinhos, sucos, geléias, licores e vinagres. Devido à dificuldade de se realizar a colheita, a jabuticaba é uma fruta encontrada quase que exclusivamente em pomares domésticos e pequenas plantações. Rica em ferro, também contém em menores quantidades, cálcio, fósforo e vitamina C, que dá resistência ao organismo contra infecções. A jabuticaba ainda tem a vantagem de conter vitaminas do complexo B, que possuem a função de evitar problemas de pele, reumatismo e queda de cabelo.

Receita De Pasta De Berinjela – Receita Para Emagrecer


Receita de Pasta de Berinjela - uma auto-ajuda para você Emagrecer comendo bem. Ingredientes da pasta de berinjela 1 berinjela grande 1/4 de xícara (chá) de sumo de limão 1 colher (sopa) de azeite de oliva extra-virgem processado à frio 1 colher (sopa) de tahine* 1 dente de alho amassado sal e pimenta a gosto. Modo de Preparo da pasta de berinjela Assar a berinjela inteira (sem descascar) até que esteja bem macia, quando espetada com um garfo. Cortar ao meio, retirar a polpa e amassar. Acrescentar o suco de limão, o azeite e o tahine, mexendo bem. Juntar o alho e temperar com sal e pimenta a gosto. Sirva com pão sírio ou torradas integrais. * O Tahine pode ser encontrado em casas de produtos árabes, lojas de produtos naturais e integrais ou em alguns supermercados. Benefícios da pasta de berinjela Apesar de seus teores de vitaminas e minerais não serem tão significativos e, segundo resultados de pesquisas realizadas pelo Instituto do Coração/USP, ela não reduzir os níveis sanguíneos do colesterol como se pensava, a berinjela contém antocianina, um pigmento antioxidante presente na casca que está relacionado à redução dos riscos de câncer. Pela versatilidade culinária tem presença garantida na alimentação vegetariana e na culinária internacional, como nesta pasta, o babaganuche da cozinha árabe que une à berinjela as propriedades funcionais do alho, do azeite, da pimenta, do limão e da pasta de gergelim (tahine). O gergelim é fonte de proteínas e contém um óleo de alta qualidade semelhante ao de oliva. Fornece cálcio, ferro, fósforo, cobre, cromo, vitaminas E e do Complexo B. Tem ação antioxidante e antiinflamatória.

Ácido Fólico - Indicações, Contra Indicações E Bula Do Remédio


O que é Ácido fólico? O ácido fólico, folacina ou ácido pteroil-L-glutâmico, também conhecido como vitamina B9 ou vitamina M, é uma vitamina hidrossolúvel pertencente ao complexo B necessária para a formação de proteínas estruturais e hemoglobina. O ácido fólico é efetivo no tratamento de certas anemias. É encontrado em vísceras de animais, verduras de folha verde, legumes, frutos secos, grãos integrais e levedura de cerveja. Ele se perde nos alimentos conservados em temperatura ambiente e durante o cozimento. Ao contrário de outras vitaminas hidrossolúveis, é armazenado no fígado e sua ingestão diária não é necessária. Sua insuficiência nos seres humanos é muito rara. No Brasil, há uma lei que determina que a farinha de trigo seja enriquecida com ferro e ácido fólico (e produtos derivados, como o pão) para diminuir a ocorrência de anemia principalmente em crianças. Se a mulher tem ácido fólico suficiente durante a gravidez, essa vitamina pode prevenir defeitos de nascença no cérebro e na coluna vertebral do bebê, como a espinha bífida. Pois o ácido fólico participa na formação do tubo neural no feto. Sinais e sintomas de níveis anormais do nutriente Hipovitaminose: anemias, anorexia, apatia, distúrbios digestivos, cansaço, dores de cabeça, problemas de crescimento, insônia, dificuldade de memorização, aflição das pernas e fraqueza. Hipervitaminose: euforia, excitação e hiperatividade. ATENÇÃO: Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças e só deve ser Consumido com recomendação médica, O mau uso desses fármacos podem causar danos à sua saúde e levar a morte.

Bebidas Energéticas


Bebida energética é a bebida que estimula o metabolismo, uma combinação de metilxantinas, vitaminas B, e ingredientes de ervas exóticas que têm por finalidade fornecer energia. Essas bebidas contêm cafeína, guaraná, taurina, ginseng, maltodextrina, inositol, carnitina, creatina, glucoronolactona, ginkgo biloba. Enquanto algumas versões contêm altos teores de açúcar, outras são adocicadas artificialmente. A carnitina apesar de ser um forte estimulante, está presente em pequenas doses, portanto qualquer efeito de explosão pode ser psicológico. A quantidade de cafeína contida em uma dose de energético corresponde a 500 ml de refrigerante à base de cola. A taurina, um aminoácido presente no organismo humano, aumenta a resistência física e diminui os efeitos depressores do álcool. A cafeína, como é um estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC), ocasiona aumento da atenção, estimula a liberação de adrenalina e facilita a liberação de cálcio, o que proporciona uma contração muscular mais efetiva. Sendo assim, a cafeína pode atuar em três diferentes sistemas de fornecimento de energia (ATP, anaeróbio e aeróbio) estimulando-os. A glucoronolactona é uma substância formada a partir de glicose, auxilia nos processos de eliminação de toxinas endógenas e exógenas. No exercício físico age como um desintoxicante, diminuindo a fadiga e melhorando a performance. A bebida energética contém grande quantidade de carboidrato, o que a caracteriza como “Bebida Energizante”. São hipertônicas, tem grande concentração de açúcar, por isto estimulam a sede. Apresenta também vitaminas hidrossolúveis, como as do complexo B. Inicialmente a bebida energética foi desenvolvida para o público noturno, como, por exemplo, aquelas pessoas que desejavam passar a noite toda dançando. Porém, hoje o perfil do consumidor é mais abrangente: tanto jovens e estudantes quanto outras pessoas de diferentes idades fazem uso dessa bebida para os mais diversos fins.

sábado, 20 de novembro de 2010

ALIMENTOS QUE FAZEM BEM AO CÉREBRO

Existem alimentos funcionais que protegem o cérebro. Eis alguns:
  • ANTIOXIDANTES: Vegetais ricos em betacaroteno (como cenoura, beterraba e rúcula) e flavonóides (soja e cebola), bem como maçã e frutas cítricas, são antioxidantes.
  • COLINA: Presente sobretudo na gema do ovo, contribui para a neurogênese.
  • GLUTAMINA: Encontrada na clara de ovo, é fundamental para compor o DNA.
  • MINERAIS:

    Magnésio: encontrado nas folhas e nas oleaginosas, auxilia nas transmissões nervosas e protege o cérebro do efeito tóxico de aditivos químicos.

    Zinco - presente em ostras, nozes e castanha-do-pará, combate os radicais livres e beneficia o trabalho dos neurotransmissores.
  • ÔMEGA 3: Favorece o nascimento de neurônios e protege os já existentes, melhora a função cognitiva, afasta o mau humor e diminui a ansiedade. O DHA, um tipo específico de ômega 3, previne o Alzheimer.
  • VITAMINAS DO COMPLEXO B: Presente em grãos, verduras e cereais, a vitamina B1 facilita a absorção da glicose; a B12, encontrada no leite e derivados e nos ovos, favorece a memória; o ácido fólico, encontrado nas verduras verde-escuras e nos cereais integrais, reduz a queda cognitiva.
  • VITAMINA D: Tendo como principais fontes o sol, peixes e leite, atua na renovação dos neurônios.
  • VITAMINA E: Encontrada em óleos vegetais, ovos e nozes, protege o cérebro, reduzindo a incidência do mal de Alzheimer.
COM UMA DIETA EQUILIBRADA
Adotar uma dieta equilibrada, rica em vegetais crus e grãos integrais, faz bem à saúde.

Evite carne, sobretudo churrasco, pois, durante o cozimento das carnes brancas e vermelhas, formam-se compostos químicos chamados aminas, que se unem ao cromossomo do neurônio e desligam alguns genes fundamentais para a célula, levando à degeneração desta. Aos poucos, isso afeta a capacidade de pensar e de recordar.

Lembre-se: Quanto mais tempo a carne fica exposta a altas temperaturas, maior a quantidade de aminas.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

COMO ABAIXAR OS NÍVEIS DE HOMOCISTEÍNA

A homocisteína é medida por meio de um simples exame de sangue.
O nível de homocisteína saudável é menor do que 12 umol/L.
Se você não tem maiores riscos para desenvolver doenças cardiovasculares e não tem aterosclerose, não há problemas em ter um nível de homocisteína entre 12 e 15 umol/L.
Porém, enquanto há estudos em andamento sobre o assunto, é melhor ter os níveis de homocisteína dentro dos limites normais, devido ao risco de doenças cardíacas.

COMO ABAIXAR OS NÍVEIS DE HOMOCISTEÍNA

Comer mais frutas e vegetais (especialmente os de folhas verdes) pode ajudar a baixar os níveis de homocisteína, aumentando a quantia de folato em sua dieta alimentar. As fontes de folato são cereais, lentilha, aspargo, espinafre e feijão.
Se o ajuste na sua dieta não está diminuindo o suficiente o nível de homocisteína, o seu médico vai orientá-lo a tomar folato, além de vitamina B6 e vitamina B12.
Em torno de 5 miligramas diários de uma vitamina do complexo B chamada ácido fólico são suficientes para baixar a taxa de homocisteína para valores próximos aos normais e restaurar a capacidade de as artérias se dilatarem.

Lembre-se: Se os níveis de homocisteína de seu organismo forem altos, você deve fazer a checagem regularmente, ou seja, de duas a três vezes por ano.

RECOMENDAÇÕES

Além dos fatores genéticos, que podem estar relacionados aos altos níveis de homocisteína no sangue, os estudos apontam para as deficiências de vitaminas do complexo B (B6 e B12) e de ácido fólico no organismo.

Os altos níveis de homocisteína podem ser evitados com uma dieta alimentar adequada em ácido fólico, um tipo de vitamina presente em vegetais de folhas verdes, gema de ovo, gérmen de trigo, carnes magras, suco de frutas cítricas e cereais.

Não se deve esquecer que para a prevenção das doenças cardiovasculares, todas as medidas geralmente citadas, como praticar exercícios físicos e deixar de fumar, são fundamentais.
Você também pode saber um pouco mais, visitando os sites abaixo.

Fonte(s):

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vitamina D Deficiência, excesso, importância, fontes e alimentos ricos


Vitamina D é um grupo de pró-hormônios lipossolúveis, sendo que as duas formas principais são a vitamina D2 e vitamina D3. A vitamina D3 é produzida pela pela exposição ao sol, especificamente à radiação ultravioleta B. 
Vitamina D desempenha papel importante na manutenção dos sistemas dos órgãos:
* Regula os níveis de cálcio e fósforo no organismo promovendo sua absorção dos alimentos nos intestinos e a reabsorção de cálcio nos rins.
* Promove a formação óssea e mineralização, sendo essencial para um esqueleto forte. Porém, em níveis muito altos, promove a reabsorção dos ossos.
* Afeta o sistema imunológico promovendo a imunossupressão, fagocitose e atividade anti-tumor.
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Fontes e alimentos ricos em vitamina D

Poucos alimentos são naturalmente ricos em vitamina D, e em muitos países a maior parte da ingestão dessa vitamina vem de produtos fortificados como leite, leite de soja e cereais. O ingestão recomendada de pelo U.S. Dietary Reference Intake para crianças e adultos até 50 anos é de 5 microgramas por dia (200 UI/dia). A recomendação aumenta para 10 microgramas/dia (400 UI/dia) para pessoas entre 50-71 anos de idade e para 15 microgramas/dia para idosos acima dos 70 anos.
A época do ano, latitude e cobertura de nuvens afetam a exposição aos raios solares e a síntese de vitamina D na pele. Desta forma, é importante para pessoas com limitação de exposição ao sol incluir boas fontes de vitamina D na dieta. Além dos alimentos fortificados com vitamina D, fontes naturais incluem óleo de fígado de peixe, peixes gordurosos (salmão, bagre, sardinha, atum, cavalinha), cogumelos e ovos.
Deficiência de vitamina D

A deficiência de vitamina D pode ser decorrência de ingestão inadequada com exposição insuficiente à luz solar, desordens que limitam sua absorção, condições que dificultam a conversão de vitamina D em metabólitos ativos, ou raramente por desordens hereditárias. Deficiência de vitamina D resulta em prejuízo da mineralização óssea e ocasiona doenças nos ossos --- raquitismo em crianças e osteomalacia em adultos --- e possivelmente contribui para a osteoporose.
Doenças causadas pela deficiência de vitamina D

A deficiência de vitamina D pode causar várias doenças dos ossos como:
* Raquitismo - doença infantil caracterizada pelo crescimento impedido e deformidade dos ossos longos.
* Osteomalacia - desordem que enfraquece os ossos e ocorre exclusivamente em adultos caracterizada pela fraqueza
muscular proximal e fragilidade óssea.
* Osteoporose - condição caracterizada pela redução da densidade mineral dos ossos e fragilidade óssea.
A falta de vitamina D também pode ter ligação com aumento da susceptibilidade a várias doenças e condições crônicas como tuberculose, pressão alta, câncer, esclerose múltipla, depressão, esquizofrenia.
Excesso de vitamina D

Os níveis de concentração de vitamina D em pílulas e alimentos são muito pequenos para causar toxidade em adultos. A maior parte de casos de excesso de vitamina D ocorreram devido a acidentes manufatureiros e industriais. A exposição ao sol por longos períodos não causa excesso de vitamina D. Alguns sintomas de intoxicação por vitamina D são resultado de hipercalcemia (nível elevado de cálcio no sangue) causada pelo aumento da absorção de cálcio pelo intestino. Intoxicação por vitamina D pode causar pressão alta, perda de apetite, náusea e vômito. Esses sintomas geralmente são seguidos por produção excessiva de urina, sede elevada, fraqueza, nervosismo e eventualmente insuficiência renal. O tratamento para intoxicação por vitamina D inclui descontinuar a suplementação vitamínica e restringir a ingestão de cálcio.




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Créditos:Tradução: © 2008, Hélio Augusto Ferreira Fontes.Este artigo está licenciado sob a GNU Free Documentation License (www.gnu.org/copyleft/fdl.html). Usa material do artigo da Wikipédia "Vitamin D" (en.wikipedia.org/wiki/Vitamin_D).

domingo, 17 de outubro de 2010

O que são alimentos funcionais?

Texto Rafael Tonon
Os alimentos funcionais ou nutracêuticos são aqueles que colaboram para melhorar o metabolismo e prevenir problemas de saúde. Ou pelo menos deveriam ser assim: os cientistas já reconhecem as propriedades funcionais de muitos desses alimentos, porém os estudos ainda não são conclusivos. “A ciência ainda não consegue determinar uma dieta diária de alimentos funcionais que atenda a todas as necessidades do organismo”, explica Valdemiro Sgarbieri, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp.

Essas substâncias não são novidade, como às vezes prega a indústria de alimentos. As isoflavonas, por exemplo, compostos que ajudam na redução do colesterol ruim, fazem parte da alimentação humana desde que a soja foi descoberta pelos chineses, há mais de 5 000 anos.
O que vem acontecendo é um aprofundamento nos conhecimentos da natureza química das substâncias funcionais e das suas funções no organismo.

Com isso, os laboratórios e a indústria alimentícia passaram a produzir, em larga escala, alimentos funcionais formulados ou “artificiais”, como leites fermentados, biscoitos vitaminados e cereais matinais ricos em fibras.
Para chegarem ao mercado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária exige que o fabricante apresente provas científicas das propriedades funcionais alegadas na embalagem. Mas não se entusiasme demais com os rótulos: 1 litro de leite com ômega 3, por exemplo, oferece menos desse ácido graxo que uma posta de salmão.
 
Fonte: Inar de Castro, pesquisadora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.
Betacaroteno
O que faz: Ajuda a diminuir o risco de câncer.
Como age: Quando ingerimos gorduras e proteínas, o betacaroteno se converte em vitamina A, protegendo as células do envelhecimento.
Onde encontrar: Abóbora, cenoura, mamão, manga, damasco, espinafre, couve.

Isoflavonas
O que fazem: Atenuam os sintomas da menopausa.
Como agem: Por ter uma estrutura química semelhante ao estrógeno (hormônio feminino), alivia os efeitos de calor e cansaço da menopausa e da tensão pré-menstrual.
Onde encontrar: Soja e seus derivados.

Licopeno
O que faz: Está relacionado à diminuição do risco de câncer de próstata.
Como age: Evita e repara os danos dos radicais livres que alteram o DNA das células e desencadeiam o câncer.
Onde encontrar: Tomate e seus derivados, além de beterraba e pimentão.

Ômega 3
O que faz: Diminui o risco de doenças cardiovasculares.
Como age: Reduz os níveis de triglicerídeos e do colesterol total do sangue, sem acumulá-lo nos vaso sanguíneos do coração.
Onde encontrar: Peixes de água fria, como salmão e truta, e óleo de peixes.

Flavonóides
O que fazem: Diminuem o risco de câncer e atuam como antiinflamatórios.
Como agem: Anulam a dioxina, substância altamente tóxica usada em agrotóxicos.
Onde encontrar: Suco natural de uva e vinho tinto, além de alimentos como café, chá verde, chocolate e própolis.

Probióticos
O que fazem: São microorganismos vivos que ajudam no equilíbrio da flora intestinal.
Como agem: Impedem que bactérias e outros microrganismos patogênicos se proliferem no intestino.

sábado, 16 de outubro de 2010

ALIMENTOS QUE FAZEM BEM AO CÉREBRO

Existem alimentos funcionais que protegem o cérebro. Eis alguns:
  • ANTIOXIDANTES: Vegetais ricos em betacaroteno (como cenoura, beterraba e rúcula) e flavonóides (soja e cebola), bem como maçã e frutas cítricas, são antioxidantes.
  • COLINA: Presente sobretudo na gema do ovo, contribui para a neurogênese.
  • GLUTAMINA: Encontrada na clara de ovo, é fundamental para compor o DNA.
  • MINERAIS:

    Magnésio: encontrado nas folhas e nas oleaginosas, auxilia nas transmissões nervosas e protege o cérebro do efeito tóxico de aditivos químicos.

    Zinco - presente em ostras, nozes e castanha-do-pará, combate os radicais livres e beneficia o trabalho dos neurotransmissores.
  • ÔMEGA 3: Favorece o nascimento de neurônios e protege os já existentes, melhora a função cognitiva, afasta o mau humor e diminui a ansiedade. O DHA, um tipo específico de ômega 3, previne o Alzheimer.
  • VITAMINAS DO COMPLEXO B: Presente em grãos, verduras e cereais, a vitamina B1 facilita a absorção da glicose; a B12, encontrada no leite e derivados e nos ovos, favorece a memória; o ácido fólico, encontrado nas verduras verde-escuras e nos cereais integrais, reduz a queda cognitiva.
  • VITAMINA D: Tendo como principais fontes o sol, peixes e leite, atua na renovação dos neurônios.
  • VITAMINA E: Encontrada em óleos vegetais, ovos e nozes, protege o cérebro, reduzindo a incidência do mal de Alzheimer.
COM UMA DIETA EQUILIBRADA
Adotar uma dieta equilibrada, rica em vegetais crus e grãos integrais, faz bem à saúde.

Evite carne, sobretudo churrasco, pois, durante o cozimento das carnes brancas e vermelhas, formam-se compostos químicos chamados aminas, que se unem ao cromossomo do neurônio e desligam alguns genes fundamentais para a célula, levando à degeneração desta. Aos poucos, isso afeta a capacidade de pensar e de recordar.

Lembre-se: Quanto mais tempo a carne fica exposta a altas temperaturas, maior a quantidade de aminas.

terça-feira, 30 de março de 2010

Dieta contra Alzheimer (Marina Verjovsky)

Ciência e Saúde

Cientistas brasileiros começam a testar em humanos uma nova substância de prevenção ao Alzheimer.

O método consiste na simples reposição de um aminoácido chamado taurina, que é abundante no cérebro de jovens e diminui sua concentração conforme o avanço da idade.



O grupo comandado pelo pesquisador Sérgio Teixeira Ferreira, do Institutode Bioquímica Médica da UFRJ, descobriu o efeito da taurina a partir de estudos que buscavam entender como as proteínas presentes no cérebro estimulam a doença e afetam os neurônios.



Hádez anos, já se sabia que um dos principais vilões do Alzheimer são fragmentos de proteínas chamados de oligômeros. Eles estão presentes nocérebro de idosos e são tóxicos aos neurônios. Porém, não se sabia comoatuam.



Então,a equipe da UFRJ identificou recentemente que esses fragmentos se ligama partes importantes dos neurônios, o que atrapalha a "conversa" entre eles. Por exemplo, os oligômeros reforçam muito a interação das células neurais com outro aminoácido, chamado glutamato. "O glutamato é aprincipal fonte de excitação do neurônio, sem ele não existe memória",explica Ferreira. "Porém, em excesso, é prejudicial e pode levar àperda de memória e até à morte do neurônio".



Assim,quando há uma ligação muito forte do glutamato, o neurônio fica desregulado, o que faz a pessoa perder a memória. Portanto, esta seriaa etapa correspondente aos primeiros sintomas da doença. Depois de umtempo, este neurônio morre, o que acarreta em danos mais graves e naprogressão do Alzheimer (como a perda de capacidade motora).



Atéhoje ainda não é possível ressuscitar neurônios que já morreram, mas existe um antídoto contra essa desregulação ? é aí que entra a taurina.Ferreira conta que sua equipe já verificou, em neurônios cultivados emlaboratório, que o aminoácido taurina anula os efeitos danososprovocados pelos oligômeros e glutamato e restabelece a saúde das células.



Comose trata de uma substância segura, que já é usada clinicamente para tratar outras enfermidades, a equipe já começará a testar em grupos deidosos se a reposição desse aminoácido é capaz de prevenir ou atéresgatar a perda de memória. Para isso, eles já formaram parceria comum hospital carioca e procuram por mais clínicos que possam organizar grandes grupos de idosos saudáveis (e constantemente monitorados), interessados em participar como voluntários.



Aomesmo tempo, o grupo testará o efeito da taurina em camundongos, geneticamente modificados para apresentarem a doença de Alzheimer. Assim, acompanharão as possíveis modificações no cérebro dos animais.



Vale lembrar que a taurina é freqüentemente adicionada às bebidas energéticas e também pode ser encontrada em alimentos de origem animal - como peixes, frutos do mar, aves e carne bovina."Porém, é preciso realizar os testes para saber quanto do aminoácido é permitido ingerir", ressalva Ferreira. "Mas se funcionar, será realmente uma solução muito simples", torce.