sábado, 23 de julho de 2011

O ácido fólico, substância encontrada na banana, na laranja e em verduras de folhas verdes, como o brócolis, pode diminuir pela metade o risco de uma pessoa desenvolver o Mal de Alzheimer

Ácido fólico reduz risco de Mal de Alzheimer, afirma estudo
 
Brócolis é rico em ácido fólico, o qual reduz o risco de demência
Vegetais como o brócolis contêm ácido fólico
O ácido fólico, substância encontrada na banana, na laranja e em verduras de folhas verdes, como o brócolis, pode diminuir pela metade o risco de uma pessoa desenvolver o Mal de Alzheimer, indica estudo feito nos Estados Unidos.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia analisaram dados sobre as dietas de 579 voluntários com 60 anos de idade ou mais, não afetados por demência, entre 1984 e 1991.
Os voluntários foram observados durante até 14 anos. No curso da pesquisa, 57 dos participantes do estudo desenvolveram a enfermidade.
Dose recomendada
A dieta dos voluntários envolveu as vitaminas E, C, B6 e B12, carotenóides e folatos (grupo que inclui o ácido fólico).
Descobriu-se que aqueles que ingeriram a dose diária recomendada de 400 microgramas de folatos tiveram reduzido em 55% o risco de desenvolver o Mal de Alzheimer, em comparação com os que consumiram abaixo daquela quantidade.
Segundo Maria Corrada, uma das responsáveis pela pesquisa, embora os folatos pareçam ser mais benéficos que outros nutrientes, dietas saudáveis em geral podem limitar o risco do Mal de Alzheimer.
Anteriormente, cientistas haviam provado que os folatos diminuem os riscos de defeitos de nascimento. Estudos sugerem que eles também previnem doenças cardíacas e derrames.
Limitações
Uma das limitações do estudo americano, de acordo com os pesquisadores, é a falta de diversidade na educação e origem étnica dos voluntários, que eram principalmente brancos e com formação educacional avançada.
Portanto, dizem, os resultados não podem ser generalizados a outras populações.
“O estudo americano reforça indicações anteriores de que os folatos reduzem os riscos do Alzheimer”, afirmou Suasanne Sorensen, chefe de pesquisa da Sociedade de Alzheimer da Grã-Bretanha.
Na Grã-Bretanha, estima-se que em média cada pessoa consome diariamente por volta de 200 microgramas de ácido fólico, metade da quantidade recomendada.
O estudo americano foi publicado na primeira edição da revista Alzheimer´s and Dementia: The Journal of the Alzheimer´s Association, lançada este mês.
 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

DIETA MEDITERRÂNEA - O SEGREDO DA VIDA LONGA

DIETA MEDITERRÂNEA: O SEGREDO DA VIDA LONGA
Considerada por muitos a dieta mais saudável do mundo, foi abordada no Globo réporter hoje dia 12/12/2008.

No mundo ocidental, a Dieta Mediterrânea apenas ficou conhecida nos anos 50, mas ganhou muitos adeptos. O fato é que ela está mais para um estilo de vida do que para um regime por assim dizer.

A prática prega uma alimentação saudável e exercícios diários. Surgida nos países do Sul da Europa e Norte da África, é o segredo da longevidade dos italianos e franceses.

O fato é que essa dieta foge completamente do padrão de vida americano, que se baseia em uma alimentação rica em carnes, leite, gorduras.

A Mediterrânea adota como base as frutas, além de cereais, vegetais e azeite de oliva.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Dieta mediterrânea associada a exercícios afasta Alzheimer

Atividade física é o diferencial mesmo quando a alimentação é saudável. 

Uma alimentação rica em peixes, azeite de oliva, nozes e legumes combinada com a prática regular de exercícios físicos é ideal para manter o cérebro afiado.

A atualização de uma pesquisa, realizada pela Columbia University Medical Center (EUA), apontou que associar a dieta mediterrânea e ter uma vida ativa afastam o risco de desenvolver o Mal de Alzheimer e outras doenças cognitivas.

O estudo avaliou mais de 1.400 homens e mulheres, residentes na França, e constatou que o risco de Alzheimer caía para 61% a 67% quanto mais a dieta se aproximava à mediterrânea.

Na pesquisa anterior, de 2006, esse índice era de 40%.

Os pesquisadores atribuem a diferença positiva ao fato de os participantes da última versão serem fisicamente mais ativos.

Os exercícios físicos, portanto, são um diferencial para manter a memória em dia.

Rica em gordura monoinsaturada, a dieta mediterrânea já era conhecida por seus benefícios ao coração.

Os principais participantes dos pratos são as gorduras protetoras, que agem contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares , diz a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella.

Alguns dos seus efeitos é aumentar o nível de colesterol bom (HDL) e diminuir as taxas do colesterol ruim (LDL) do sangue, além de evitar a obstrução das artérias.

Conheça as principais características da dieta mediterrânea: 

Tem baixo consumo de carne vermelha

É rica em vegetais, frutas, cereais e nozes

Tem alto consumo de peixes

Permite o consumo moderado de vinho

Usa o azeite de oliva como fonte de gordura saudável

Fonte: Minha Vida



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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Nutritivas, barrinhas são opção prática para o lanche ( Por Dandara Medeiros )

Reprodução
Prefira barrinhas orgânicas sem agrotóxicos, corantes ou glúten. As de frutas com linhaça e quinua adoçadas com mel são ideais
Não há como negar, as barrinhas de cereais já foram incorporadas à alimentação dos brasileiros. Fáceis de transportar, elas se tornaram um alimento prático para manter uma dieta saudável em meio à correria do dia a dia.

No entanto, é preciso cuidado na hora de consumir o produto, pois como qualquer outro alimento que fornece energia (carboidratos) a barra de cereais tem que ser consumida com moderação. "A barrinha de cereais não tem qualidades suficientes para nutrir as células, que precisam de 45 tipos diferentes de nutrientes, mas são ótimas para os lanches intermediários, que fazemos no intervalo entre as principais refeições", explica a nutricionista Silvia Regina Serra.

Assim como as frutas e iogurtes, as barrinhas são indicadas para lanches como alternativa de variar o cardápio. Em geral, elas oferecem um conjunto de nutrientes, por isso ganharam status de alimento saudável.

Para uma refeição equilibrada um sanduíche composto, por exemplo, por 2 fatias de pão de centeio, 6 fatias de peito de peru e folhas de alface, forneceriam cerca de 30g de carboidrato, 16g de proteína e pouco menos que 10g de gordura. Uma barra de cereais pode fornecer quantidades semelhantes, porém os micronutrientes são diferenciados.

A composição nutricional das barrinhas depende muito de cada produto, uma vez que a variedade no mercado é bastante ampla. "Uma dica é optar por barras de cereal orgânicas, livre de agrotóxicos, conservantes, corantes e glúten. Prefira barrinhas de frutas, ricas em ferro, e também com ingredientes benéficos para a saúde como a quinua. Outra dica é preocupar-se com a quantidade de açúcar, prefira alimentos adoçados com mel", reforça a nutricionista.

Por ser uma fonte de energia, o consumo desse alimento também é recomendado antes ou depois da prática de atividades físicas. Rica em fibras, a barra de cereais ainda contribui para regulação da função intestinal e prolonga a sensação de saciedade.

Tipos de barras de cereais

Com fibras  – Predominam na composição os carboidratos de absorção rápida (glicose). Caracterizam-se pelo alto teor de fibras, por isso recomenda-se o consumo no intervalo das refeições, como lanche. O correto também é usá-las após exercícios, já que o alto teor de fibras acelera o trabalho digestivo no momento em que a prioridade do organismo é o trabalho muscular. Em média, essas barras possuem 100 calorias e 20g de carboidratos.

Proteicas - Ideais para a recuperação muscular ou para melhorar o funcionamento do organismo. Não são indicadas para indivíduos que não fazem atividade física, porém podem ser incluídas caso alguma refeição seja omitida, como almoço ou jantar.

Diets e lights - Essas barras satisfazem o paladar que não deve consumir calorias em excesso. Possuem menos de 20g de carboidrato, o que equivale à 1 fatia de pão. Em comparação à barra fibrosa, a baixa quantidade de gordura é um ponto positivo.

"Não recomendo esse tipo de barra, pois a maioria contém conservantes. É preciso muito cuidado na hora de escolher, principalmente os diabéticos", aconselha Silvia Regina.

Serviço:

www.organicashop.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Suco de maracujá e couve

- 3 folhas de couve bem higienizada,
- um maracujá com bastante polpa,
- uma laranja ou limão
- açúcar a gosto
- água (aproxim. 800ml)

Eu bato a polpa de maracujá no liquifificador com um pouquinho de água. Passo esse maracujá pela peneira para retirar as sementes.
Depois volto o maracujá para o liquidificador, acrescento as folhas de couve, o açúcar e a água. Bato até a couve virar suco.
Agora acrescento suco de uma laranja ou limão.
Verifique o ponto do açúcar e da água.
E, pronto!

Quer conhecer mais sobre os ingredientes do suco?

COUVE
Excelente fonte de beta-caroteno e vitamina C e E.
Boa fonte de ácido fólico, cálcio, ferro e potássio.
Contém bioflavonóides.

A couve é muito útil no tratamento de úlceras, certos cânceres, depressões, para o fortalecimento do sistema imunológico e combate à tosse e ao resfriado, cicatrização de feridas e tecidos danificados, o bom funcionamento do sistema nervoso e, assim, ajudar a curar a doença de Alzheimer, etc
Conheça os benefícios da couve aqui.

Dica: Sempre que possível, ao consumir a couve, acrescentar limão ou laraja para ajudar a potencializar a absorção de ferro. Por exeplo, tempere a salada de couve com limão, ou acrescente laranja ao suco de couve.

MARACUJÁ
Fonte de vitaminas A, C e do complexo B. Além disso, apresenta boa quantidade de sais minerais (ferro, sódio, cálcio e fósforo).
Ainda possui propriedades que funcionam como calmante natural no organismo humano e ainda é uma ótima opção para ganhar energia.
Entre os benefícios estão: diminuição do nível de colesterol, triglicérides, no bom funcionamento do sistema gastro-intestinal e, até mesmo, o tratamento da diabetes.
Mais informção aqui.

Alzheimer: suco de maçã diminui os níveis de substância beta-amiloide no cérebro de ratos, segundo pesquisa publicada no Journal of Alzheimer's Disease

Estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Massachusetts, no Journal of Alzheimer's Disease, demonstrou que ratos que receberam suplementação dietética com suco de maçã produziram menor quantidade de proteína beta-amilóide, a qual é responsável por formar as "placas senis" comumente encontradas no cérebro de pessoas com a doença de Alzheimer.

Estes resultados fornecem evidências que ligam fatores de riscos nutricionais e genéticos à neurodegeneração relacionada com a idade.

A suplementação dietética com suco de maçã associada a uma dieta balanceada pode proteger o cérebro dos efeitos do estresse oxidativo, segundo Thomas B. Shea, Ph.D., pesquisador e diretor do centro de pesquisa em neurobiologia e neurodegeneração celular da Universidade de Massachusetts.

Shea e colaboradores avaliaram se o consumo deste suco protegia contra danos cerebrais oxidativos em camundongos.

Os resultados mostram que existe algo na maçã que protege as células cerebrais do envelhecimento normal, muito semelhante à proteção observada anteriormente contra sintomas semelhantes aos da doença de Alzheimer.

Camundongos adultos e idosos usando uma dieta padrão, uma dieta deficiente em nutrientes ou uma dieta deficiente em nutrientes suplementada com suco de maçã foram avaliados.

Os camundongos adultos não sofreram os efeitos negativos das dietas deficientes, somente os camundongos mais velhos, o que está de acordo com o envelhecimento normal devido à neurodegeneração oxidativa.

O efeito na cognição foi medido através de testes de labirinto e por exames do tecido cerebral.                            

Os camundongos idosos que consumiram dietas suplementadas com suco de maçã tiveram melhor desempenho nos testes de labirinto e todos tinham menos danos cerebrais oxidativos comparados àqueles com a dieta padrão.

A suplementação com suco de maçã resultou em acuidade mental maior quando os camundongos envelhecidos consumiram o equivalente a 2 ou 3 xícaras de suco, ou seja, aproximadamente de 2 a 4 maçãs por dia.

Acredita-se que este efeito seja devido aos altos níveis de antioxidantes presentes nesta fruta.
Fonte: Journal of Alzheimer's Disease – Volume 16 n°.1
 
NEWS.MED.BR, 2011. Alzheimer: suco de maçã diminui os níveis de substância beta-amiloide no cérebro de ratos, segundo pesquisa publicada no Journal of Alzheimer's Disease. Disponível em: . Acesso em: 1 jun. 2011.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Café contra Alzheimer

6/7/2009

Agência FAPESP – Café para o tratamento de Alzheimer? É o que descrevem dois artigos publicados neste domingo no Journal of Alzheimer's Disease.

Os trabalhos por enquanto foram feitos apenas em camundongos, mas os resultados deixaram os autores otimistas.

Segundo o grupo internacional de pesquisadores responsável pelos dois estudos complementares, a ingestão de cafeína levou à redução de níveis anormais de placas amiloides – depósitos de proteínas que danificam nervos no cérebro e são características da doença – tanto no sangue como no cérebro de camundongos.

Os estudos foram baseados em trabalhos anteriores feitos no Centro de Pesquisa sobre a Doença de Alzheimer da Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, os quais mostraram que a administração de cafeína no início da vida adulta preveniu a manifestação de problemas de memória em camundongos modificados geneticamente para desenvolver sintomas de Alzheimer quando idosos.

“Os novos resultados fornecem evidência de que a cafeína pode ser uma alternativa viável para o tratamento da doença já estabelecida, e não apenas como uma estratégia preventiva. Isso é muito importante, pois o consumo de cafeína é seguro para a maioria das pessoas, ela entra facilmente no cérebro e aparentemente afeta diretamente o processo da doença”, disse Gary Arendash, da Universidade do Sul da Flórida, um dos coordenadores das pesquisas.

Com base nos resultados animadores, os cientistas esperam começar em breve testes em humanos para avaliar se a cafeína pode beneficiar pacientes com prejuízo cognitivo suave ou Alzheimer em estágio inicial.

Os pesquisadores haviam determinado em trabalho anterior que a administração de cafeína em idosos sem sinais de demência altera rapidamente os níveis de beta-amiloide (proteína responsável pela formação da placa) no sangue, da mesma forma como foi verificada em testes com animais.

O grupo se interessou em investigar o potencial da cafeína há alguns anos, após a publicação de um estudo feito em Portugal que apontou que pessoas com Alzheimer haviam consumido menos café nos 20 anos anteriores do que outros sem a doença.

Desde então, diversos estudos clínicos não controlados apontaram que o consumo moderado de café poderia proteger contra o declínio da memória que ocorre normalmente durante o envelhecimento.

Os novos estudos, controlados, permitiram isolar efeitos da cafeína de outros fatores, como dieta ou exercício, segundo os autores.

Os trabalhos foram feitos em 55 camundongos geneticamente alterados para desenvolver problemas de memória, simulando Alzheimer, à medida que envelheciam.

Depois que testes comportamentais confirmaram que os animais apresentavam sinais de déficits de memória por volta dos 18 meses – que correspondem aos 70 anos em humanos –, os pesquisadores dividiram os camundongos em dois grupos, um dos quais passou a receber café junto com a água que bebiam.

Os roedores ingeriram cerca de 500 miligramas de café por dia, o equivalente a um pouco mais de dois expressos.

Após os dois meses da pesquisa, o grupo que ingeriu café se saiu bem melhor do que o outro em testes para avaliar a memória.

De acordo com os pesquisadores, a análise dos cérebros dos camundongos que consumiu café mostrou uma redução de quase 50% nos níveis de beta-amiloide.

Outro experimento do mesmo grupo indicou que a cafeína aparentemente restaura a memória ao reduzir as quantidades de enzimas necessárias para a produção da beta-amiloide.

Os autores estimam que a cafeína deve suprimir as alterações inflamatórias no cérebro que levam à abundância de beta-amiloide.

Se a cafeína teve importante ação nos animais doentes, o mesmo não ocorreu em outro experimento feito com exemplares saudáveis.

Nesses, a administração da substância não levou a uma melhoria da memória.

Os artigos Caffeine reverses cognitive impairment and decreases brain amyloid-β levels in aged Alzheimer's disease mice e Caffeine suppresses amyloid-β levels in plasma and brain of Alzheimer's disease transgenic mice podem ser lidos por assinantes do Journal of Alzheimer's Disease em www.j-alz.com.

(DO BOLETIM DA FAPESP)