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segunda-feira, 18 de março de 2013
Alimentação do Idoso (Nutricionista Alessandra Coelho)
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Veja dicas de receitas saudáveis para comer bem e não engordar na ceia (Postado por Lucas Pinheiro)
É difícil contar calorias nas ceias de fim de ano, mas você também não precisa ganhar uns quilinhos de presente. Para ajudá-lo a comer melhor nas festas de Natal e Ano Novo, o G1 reuniu sugestões de vários chefs de cozinha, que dão dicas de pratos saudáveis e saborosos.
Abaixo, você confere os ingredientes e o modo de fazer de três tipos de saladas, duas entradas, quatro pratos quentes e uma sobremesa. São receitas simples, fáceis e baratas. Bom apetite!
Saladas
Púrpura radiccio*
Ingredientes
4 porções de radiccio (alface vermelha. Pode ser alface roxa ou escarola)
3 beterrabas cortadas em gomos
2 cebolas roxas em gomos
12 aspargos roxos (pode ser vagem)
5 colheres de azeite de oliva extra-virgem
4 colheres de aceto balsâmico ou limão
Sal e pimenta-do-reino (moída na hora) a gosto
Modo de preparo
Pré-cozinhe as beterrabas em água até que fiquem al dente. Grelhe as beterrabas e a cebola e regue com azeite. Cozinhe os aspargos em água fervente por 1 minuto. Escorra e mergulhe-os em água gelada para dar um choque térmico. Tempere-os com azeite e sal. Em uma travessa, disponha o radiccio, os aspagos, as beterrabas e a cebola. Regue com azeite e com o aceto balsâmico. Rende quatro porções.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde, em SP
Amarelo kinkan*
Ingredientes
2 mangas cortadas em fatias finas
2 laranjas cortadas em gomos
Suco de 2 laranjas
12 physalis (fruta de origem colombiana) partidas ao meio e 12 kinkans cortadas em gomos (se preferir, troque-as por 3 pêssegos, 3 nectarinas, 3 cajus e 3 bolinhas de melão amarelo partidos em gomos)
Modo de preparo
Disponha as frutas em uma travessa de forma harmoniosa e regue com o suco de laranja. Rende quatro porções.
2 mangas cortadas em fatias finas; 2 laranjas cortadas em gomos + suco das laranjas; 12 phisalis partidas ao meio; 12 kinkans partidas em gomos; 4 flores de capuchinha.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde
Salada provocante*
Ingredientes
12 ovos de codorna
1 cebola grande em cubinhos
1 tomate grande em cubinhos sem sementes
1 radiccio
2 colheres de chá de salsa picada bem fininhas
Pimenta calabresa a gosto
Sal a gosto
5 colheres de chá de vinagre
8 colheres de chá de azeite de oliva extra-virgem
Modo de preparo
Coloque os ovos para cozinhar. Enquanto isso, faça um vinagrete com tomate, cebola, sal, azeite e pimenta a gosto. Com os ovos já cozidos, retire tire as cascas e corte-os ao meio. Em seguida, misture-os, ainda mornos, ao vinagrete e reserve por 30 minutos. Depois, tire as folhas do radiccio e, em dois pratos, forme uma espécie de concha. Com as folhas já lavadas e secas, adicione os ovos e o vinagrete. Rende quatro porções.
* Receita do chef Igor Blinstrub, do bufê Citron Gastronomia, em SP
Entradas
Miniquiche de salmão defumado e espinafre*
Ingredientes
Massa
3 xícaras de chá de farinha de trigo
0,25 g de margarina
3 gemas
½ colher de chá de sal
½ copo de água gelada
Recheio
5 ovos
20 ml de creme de leite fresco
35 g de espinafre fresco
20 g de salmão defumado cortado em cubinhos
15 g de queijo gruyére ralado
4 colheres de sopa de manteiga
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Forminhas individuais de 7 cm de diâmetro
Modo de preparo
Massa
Coloque a farinha em uma bancada, abra um buraco no centro e coloque a margarina, o sal e as gemas. Vá misturando com as pontas dos dedos, trazendo a farinha da borda para o centro. Acrescente aos poucos a água gelada, vá misturando até desgrudar das mãos e formar uma bola macia. Cubra com papel-filme e deixe na geladeira por 30 minutos. Em seguida, forre as forminhas.
Recheio
Lave o espinafre e refogue-o na manteiga, deixe esfriar e corte grosseiramente. Em uma tigela, misture os ovos, o creme de leite e o queijo gruyére ralado. Junte o espinafre picado e tempere com sal e pimenta-do-reino.
Montagem
Distribua o salmão defumado cortado em cubinhos sobre as forminhas individuais forradas com a massa e, por cima, ponha a mistura de creme e espinafre. Leve ao forno a 170° C por cerca de 40 minutos, até dourar. Rende 20 porções.
* Receita do chef Igor Blinstrub, do bufê Citron Gastronomia
Pan con tomate*
Ingredientes
8 fatias de pão cortadas na espessura de um dedo (pode ser pão francês, italiano ou português)
4 tomates maduros (do tipo momotaro, débora ou italiano)
Azeite de oliva extra-virgem
Sal ou flor de sal a gosto
Modo de preparo
Aqueça uma frigideira antiaderente e doure as fatias de pão (sem nada). Corte os tomates ao meio e esfregue cada metade em uma fatia de pão, de maneira que a polpa se solte e "suje" o pão. Regue com o azeite de oliva e salpique o sal ou a flor de sal. Rende quatro porções.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde
Pratos quentes
Peru com farofa de pão de milho e frutas*
Ingredientes
1 peru
2 garrafas de vinho branco seco
50 ml de azeite
200 g de manteiga sem sal
1 maço de salsa e cebolinha
Sal e pimenta-preta a gosto
Modo de preparo
Marine a ave, dentro da geladeira, por pelo menos oito horas em uma mistura de vinho, azeite, sal, pimenta-preta e meio maço de salsa e cebolinha picados bem fininhos. Bata a manteiga com sal, pimenta e o restante das ervas picadas. Reserve. Pré-aqueça o forno a 180° C. Retire o peru da marinada e seque-o bem. Aplique a manteiga entre a pele do peito e a carne. Recheie com a farofa. Coe o caldo da marinada e reserve. Asse o peru coberto com papel alumínio com as coxas amarradas e regue com o caldo reservado. Quando a ave estiver praticamente assada, retire o papel alumínio e suba a temperatura do forno para deixá-lo dourar mais rápido, sem deixar ressecar. Rende oito porções.
Farofa de pão de milho
2 pacotes de pão de milho (de forma)
100 g de manteiga
200 g de castanha de caju picada
200 g de uvas-passas brancas
1 maço de salsa picada
2 dentes de alho
1 cebola média
Modo de preparo
Retire a casca do pão e asse em forno médio até que fique torrado. Depois, processe gradualmente no liquidificador. Reserve. Em uma panela, adicione a manteiga e salteie rapidamente os ingredientes. Faça na seguinte ordem: alho, cebola, uvas passas e castanhas de caju. Aos poucos, adicione a farinha e a salsinha. Reserve para rechear a ave antes de ir para o forno.
Compota de frutas
350 g de frutas secas variadas
12 ameixas frescas
1 litro de água
250 g de açúcar
Modo de preparo
Faça uma calda rala com açúcar e água. Cozinhe as ameixas rapidamente. Em seguida, mergulhe-as em água fria para retirar a pele. Em fogo brando, reduza essa calda em 50%. Na sequência, cozinhe as frutas secas na calda. Ao final do cozimento, adicione as ameixas. Reserve para montar na travessa com o peru.
* Receita do chef Igor Blinstrub, do bufê Citron Gastronomia
Bacalhau à lagareiro*
Ingredientes
250 g de bacalhau em posta
1 tomate
80 g de brócolis
1 batata cozida
½ cebola
30 g de alho
Azeitonas pretas a gosto
Modo de preparo
Passe o bacalhau na farinha de rosca e frite no azeite. Coloque o peixe em uma assadeira junto com o tomate aberto e leve ao forno médio (200° C) por 15 minutos. Nesse intervalo, refogue a cebola e o alho com o vinho branco. Para servir, coloque todos os ingredientes (brócolis, batata e azeitonas) dispostos em uma travessa. Rende uma porção.
* Receita do chef Paulo Pereira Ramos, do restaurante Espírito Santo, em SP
Paella marinera*
Ingredientes
½ xícara de azeite
8 camarões médios ou grandes inteiros
200 g de camarões pequenos limpos
100 g de mexilhão sem concha ou meia concha
400 g de peixe (badejo, congrio ou pescada-cambucu) cortado em cubos
400 g de lula limpa cortada em anéis
2 dentes de alho picados
1 colher de chá de páprica doce
2 tomates médios batidos no liquidificador com pele e sementes
3 medidas (iguais à do arroz) de caldo de camarão ou peixe
400 g de arroz parboilizado
Colorante para paella
1 pimentão vermelho sem pele e sem sementes cortado em tiras
Sal a gosto
Modo de preparo
Na panela de paella, aqueça o azeite e doure os camarões médios ou grandes já temperados com sal por aproximadamente 2 minutos. Retire e reserve. No mesmo azeite, coloque o peixe e cozinhe por 2 minutos. Acrescente a lula e cozinhe por mais 1 minuto. Junte o alho e a páprica, mexendo sem parar. Rapidamente, adicione o tomate e mexa bem. Junte o caldo e deixe cozinhar por 10 minutos em fogo médio. Tempere com o sal e com o corante para paella. Coloque o arroz em forma de cruz, acrescente os camarões pequenos e o mexilhão, e cozinhe até que o caldo seque e o arroz esteja cozido. Deixe a paella descansar por 5 minutos coberta com papel alumínio. Se quiser, use camarões ou pimentões para decorar e sirva em seguida. Rende quatro porções.
*Receita dos chefs Mireia Vila Garcia e Mário Augusto Ott, do restaurante La Tasca, em SP
Frango com chips de quiabo e angu de milho verde*
Ingredientes
4 sobrecoxas de frango caipira ou orgânico
5 colheres de sobremesa de manteiga sem sal
1 cebola
3 dentes de alho
½ garrafa de vinho branco seco
2 pimentas-de-bode (em cubos pequenos)
½ maço de salsinha
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo
Faça uma marinada com a cebola, o alho, o vinho, metade da salsinha e pimenta-do-reino a gosto (não coloque sal agora, só na hora de levar ao forno). Deixe as sobrecoxas na marinada por 2 horas. Misture a pimenta-de-bode com metade da salsinha, acrescente pimenta-do-reino e sal a gosto para fazer a crosta. Retire as sobrecoxas da marinada, seque-as com um papel-toalha e passe sal levemente na superfície de cada uma delas. Passe cada uma das sobrecoxas na crosta e disponha em um refratrário. Coloque uma colher de manteiga sobre cada pedaço de frango e uma colher diretamente no refratário. Tempere a marinada com sal e junte-a ao refratário, com o cuidado de não jogar diretamente sobre as sobrecoxas para não estragar a crosta. Cubra o refratário com papel-alumínio e leve para assar em forno pré-aquecido na temperatura alta por 25 minutos. Passado esse tempo, retire o papel-alumínio para que as sobrecoxas dourem. Enquanto a carne doura, transfira (com o auxílio de uma concha) praticamente toda a marinada para uma panela pequena e leve ao fogo baixo para que ela seja reduzida até obter um molho dourado. Reserve.
Chips de quiabo
12 quiabos cortados ao meio no sentido do comprimento
Modo de preparo
Disponha os quiabos com a polpa virada para baixo em uma frigideira antiaderente (sem óleo ou azeite) e leve-os ao fogo mínimo até que a polpa fique marrom escura, caramelizada. Reserve.
Angu de milho verde
8 espigas de milho verde
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 xícara de leite integral
Modo de preparo
Com uma faca, solte os grãos de milho da espiga, adicione o leite e triture-os com liquidificador ou mixer. Passe a mistura por uma peneira e então leve ao fogo com a manteiga, mexendo sempre até que fique na consistência de angu mole. Ajuste o sal e reserve.
Montagem
Em um prato, disponha o angu, ponha sobre ele as sobrecoxas e então os chips de quiabo. Regue com a redução da marinada. Sirva com uma saladinha de tomate e cebola temperada com limão e azeite, que têm a acidez perfeita para completar os sabores do prato. Rende quatro porções.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde
Sobremesa
Bolo Cosmopolitan*
Ingredientes
Massa
¾ de xícara de chá de manteiga
1 xícara de açúcar
2 ovos
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 copo de iogurte natural
1 colher de sopa de fermento
1 colher de sopa de bicabornato de sódio
¾ de xícara de amêndoas fatiadas
¾ de xícara de cranberries em passa (pode ser uva passa)
Recheio
2 peras cortadas em fatias finas
½ xícara de chá de amêndoas
½ xícara de chá de cranberries (ou uva passa)
½ xícara de chá de açúcar de laranja (para fazer, junte as raspas de ½ laranja a 1 xícara de açúcar)
Modo de preparo
Massa
Bata o açúcar com a manteiga até dissolver bastante o açúcar. Junte os ovos inteiros e bata até dobrar de volume. Acrescente o iogurte e depois a farinha, aos poucos. Bata bem, até a massa ficar aerada e leve. Acrescente as amêndoas e os cranberries ou passas. Por fim, misture o fermento e o bicabornato de sódio.
Montagem
Em uma forma untada, despeje metade da massa. Sobre ela, disponha uma camada de peras fatiadas, amêndoas, cranberries e então o açucar de laranja. Finalize com o restante da massa. Leve ao forno pré-aquecido na temperatura máxima até que o bolo cresça (aproximadamente 10 minutos). Abaixe a potência do forno – este é o momento de a massa cozinhar por dentro, por cerca de 20 minutos – e só então abra o forno e espete a massa com um palito longo para se certificar de que está assada (se o palito sair limpo, está bom). Se você quiser um bolo mais coradinho, deixe mais alguns minutos. Espere esfriar, desenforme e polvilhe com o açúcar de laranja.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde
Abaixo, você confere os ingredientes e o modo de fazer de três tipos de saladas, duas entradas, quatro pratos quentes e uma sobremesa. São receitas simples, fáceis e baratas. Bom apetite!
Saladas
Púrpura radiccio*
Ingredientes
4 porções de radiccio (alface vermelha. Pode ser alface roxa ou escarola)
3 beterrabas cortadas em gomos
2 cebolas roxas em gomos
12 aspargos roxos (pode ser vagem)
5 colheres de azeite de oliva extra-virgem
4 colheres de aceto balsâmico ou limão
Sal e pimenta-do-reino (moída na hora) a gosto
Modo de preparo
Pré-cozinhe as beterrabas em água até que fiquem al dente. Grelhe as beterrabas e a cebola e regue com azeite. Cozinhe os aspargos em água fervente por 1 minuto. Escorra e mergulhe-os em água gelada para dar um choque térmico. Tempere-os com azeite e sal. Em uma travessa, disponha o radiccio, os aspagos, as beterrabas e a cebola. Regue com azeite e com o aceto balsâmico. Rende quatro porções.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde, em SP
Amarelo kinkan*
Ingredientes
2 mangas cortadas em fatias finas
2 laranjas cortadas em gomos
Suco de 2 laranjas
12 physalis (fruta de origem colombiana) partidas ao meio e 12 kinkans cortadas em gomos (se preferir, troque-as por 3 pêssegos, 3 nectarinas, 3 cajus e 3 bolinhas de melão amarelo partidos em gomos)
Modo de preparo
Disponha as frutas em uma travessa de forma harmoniosa e regue com o suco de laranja. Rende quatro porções.
2 mangas cortadas em fatias finas; 2 laranjas cortadas em gomos + suco das laranjas; 12 phisalis partidas ao meio; 12 kinkans partidas em gomos; 4 flores de capuchinha.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde
Salada provocante*
Ingredientes
12 ovos de codorna
1 cebola grande em cubinhos
1 tomate grande em cubinhos sem sementes
1 radiccio
2 colheres de chá de salsa picada bem fininhas
Pimenta calabresa a gosto
Sal a gosto
5 colheres de chá de vinagre
8 colheres de chá de azeite de oliva extra-virgem
Modo de preparo
Coloque os ovos para cozinhar. Enquanto isso, faça um vinagrete com tomate, cebola, sal, azeite e pimenta a gosto. Com os ovos já cozidos, retire tire as cascas e corte-os ao meio. Em seguida, misture-os, ainda mornos, ao vinagrete e reserve por 30 minutos. Depois, tire as folhas do radiccio e, em dois pratos, forme uma espécie de concha. Com as folhas já lavadas e secas, adicione os ovos e o vinagrete. Rende quatro porções.
* Receita do chef Igor Blinstrub, do bufê Citron Gastronomia, em SP
Entradas
Miniquiche de salmão defumado e espinafre*
Ingredientes
Massa
3 xícaras de chá de farinha de trigo
0,25 g de margarina
3 gemas
½ colher de chá de sal
½ copo de água gelada
Recheio
5 ovos
20 ml de creme de leite fresco
35 g de espinafre fresco
20 g de salmão defumado cortado em cubinhos
15 g de queijo gruyére ralado
4 colheres de sopa de manteiga
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Forminhas individuais de 7 cm de diâmetro
Modo de preparo
Massa
Coloque a farinha em uma bancada, abra um buraco no centro e coloque a margarina, o sal e as gemas. Vá misturando com as pontas dos dedos, trazendo a farinha da borda para o centro. Acrescente aos poucos a água gelada, vá misturando até desgrudar das mãos e formar uma bola macia. Cubra com papel-filme e deixe na geladeira por 30 minutos. Em seguida, forre as forminhas.
Recheio
Lave o espinafre e refogue-o na manteiga, deixe esfriar e corte grosseiramente. Em uma tigela, misture os ovos, o creme de leite e o queijo gruyére ralado. Junte o espinafre picado e tempere com sal e pimenta-do-reino.
Montagem
Distribua o salmão defumado cortado em cubinhos sobre as forminhas individuais forradas com a massa e, por cima, ponha a mistura de creme e espinafre. Leve ao forno a 170° C por cerca de 40 minutos, até dourar. Rende 20 porções.
* Receita do chef Igor Blinstrub, do bufê Citron Gastronomia
Pan con tomate*
Ingredientes
8 fatias de pão cortadas na espessura de um dedo (pode ser pão francês, italiano ou português)
4 tomates maduros (do tipo momotaro, débora ou italiano)
Azeite de oliva extra-virgem
Sal ou flor de sal a gosto
Modo de preparo
Aqueça uma frigideira antiaderente e doure as fatias de pão (sem nada). Corte os tomates ao meio e esfregue cada metade em uma fatia de pão, de maneira que a polpa se solte e "suje" o pão. Regue com o azeite de oliva e salpique o sal ou a flor de sal. Rende quatro porções.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde
Pratos quentes
Peru com farofa de pão de milho e frutas*
Ingredientes
1 peru
2 garrafas de vinho branco seco
50 ml de azeite
200 g de manteiga sem sal
1 maço de salsa e cebolinha
Sal e pimenta-preta a gosto
Modo de preparo
Marine a ave, dentro da geladeira, por pelo menos oito horas em uma mistura de vinho, azeite, sal, pimenta-preta e meio maço de salsa e cebolinha picados bem fininhos. Bata a manteiga com sal, pimenta e o restante das ervas picadas. Reserve. Pré-aqueça o forno a 180° C. Retire o peru da marinada e seque-o bem. Aplique a manteiga entre a pele do peito e a carne. Recheie com a farofa. Coe o caldo da marinada e reserve. Asse o peru coberto com papel alumínio com as coxas amarradas e regue com o caldo reservado. Quando a ave estiver praticamente assada, retire o papel alumínio e suba a temperatura do forno para deixá-lo dourar mais rápido, sem deixar ressecar. Rende oito porções.
Farofa de pão de milho
2 pacotes de pão de milho (de forma)
100 g de manteiga
200 g de castanha de caju picada
200 g de uvas-passas brancas
1 maço de salsa picada
2 dentes de alho
1 cebola média
Modo de preparo
Retire a casca do pão e asse em forno médio até que fique torrado. Depois, processe gradualmente no liquidificador. Reserve. Em uma panela, adicione a manteiga e salteie rapidamente os ingredientes. Faça na seguinte ordem: alho, cebola, uvas passas e castanhas de caju. Aos poucos, adicione a farinha e a salsinha. Reserve para rechear a ave antes de ir para o forno.
Compota de frutas
350 g de frutas secas variadas
12 ameixas frescas
1 litro de água
250 g de açúcar
Modo de preparo
Faça uma calda rala com açúcar e água. Cozinhe as ameixas rapidamente. Em seguida, mergulhe-as em água fria para retirar a pele. Em fogo brando, reduza essa calda em 50%. Na sequência, cozinhe as frutas secas na calda. Ao final do cozimento, adicione as ameixas. Reserve para montar na travessa com o peru.
* Receita do chef Igor Blinstrub, do bufê Citron Gastronomia
Bacalhau à lagareiro*
Ingredientes
250 g de bacalhau em posta
1 tomate
80 g de brócolis
1 batata cozida
½ cebola
30 g de alho
Azeitonas pretas a gosto
Modo de preparo
Passe o bacalhau na farinha de rosca e frite no azeite. Coloque o peixe em uma assadeira junto com o tomate aberto e leve ao forno médio (200° C) por 15 minutos. Nesse intervalo, refogue a cebola e o alho com o vinho branco. Para servir, coloque todos os ingredientes (brócolis, batata e azeitonas) dispostos em uma travessa. Rende uma porção.
* Receita do chef Paulo Pereira Ramos, do restaurante Espírito Santo, em SP
Paella marinera*
Ingredientes
½ xícara de azeite
8 camarões médios ou grandes inteiros
200 g de camarões pequenos limpos
100 g de mexilhão sem concha ou meia concha
400 g de peixe (badejo, congrio ou pescada-cambucu) cortado em cubos
400 g de lula limpa cortada em anéis
2 dentes de alho picados
1 colher de chá de páprica doce
2 tomates médios batidos no liquidificador com pele e sementes
3 medidas (iguais à do arroz) de caldo de camarão ou peixe
400 g de arroz parboilizado
Colorante para paella
1 pimentão vermelho sem pele e sem sementes cortado em tiras
Sal a gosto
Modo de preparo
Na panela de paella, aqueça o azeite e doure os camarões médios ou grandes já temperados com sal por aproximadamente 2 minutos. Retire e reserve. No mesmo azeite, coloque o peixe e cozinhe por 2 minutos. Acrescente a lula e cozinhe por mais 1 minuto. Junte o alho e a páprica, mexendo sem parar. Rapidamente, adicione o tomate e mexa bem. Junte o caldo e deixe cozinhar por 10 minutos em fogo médio. Tempere com o sal e com o corante para paella. Coloque o arroz em forma de cruz, acrescente os camarões pequenos e o mexilhão, e cozinhe até que o caldo seque e o arroz esteja cozido. Deixe a paella descansar por 5 minutos coberta com papel alumínio. Se quiser, use camarões ou pimentões para decorar e sirva em seguida. Rende quatro porções.
*Receita dos chefs Mireia Vila Garcia e Mário Augusto Ott, do restaurante La Tasca, em SP
Frango com chips de quiabo e angu de milho verde*
Ingredientes
4 sobrecoxas de frango caipira ou orgânico
5 colheres de sobremesa de manteiga sem sal
1 cebola
3 dentes de alho
½ garrafa de vinho branco seco
2 pimentas-de-bode (em cubos pequenos)
½ maço de salsinha
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo
Faça uma marinada com a cebola, o alho, o vinho, metade da salsinha e pimenta-do-reino a gosto (não coloque sal agora, só na hora de levar ao forno). Deixe as sobrecoxas na marinada por 2 horas. Misture a pimenta-de-bode com metade da salsinha, acrescente pimenta-do-reino e sal a gosto para fazer a crosta. Retire as sobrecoxas da marinada, seque-as com um papel-toalha e passe sal levemente na superfície de cada uma delas. Passe cada uma das sobrecoxas na crosta e disponha em um refratrário. Coloque uma colher de manteiga sobre cada pedaço de frango e uma colher diretamente no refratário. Tempere a marinada com sal e junte-a ao refratário, com o cuidado de não jogar diretamente sobre as sobrecoxas para não estragar a crosta. Cubra o refratário com papel-alumínio e leve para assar em forno pré-aquecido na temperatura alta por 25 minutos. Passado esse tempo, retire o papel-alumínio para que as sobrecoxas dourem. Enquanto a carne doura, transfira (com o auxílio de uma concha) praticamente toda a marinada para uma panela pequena e leve ao fogo baixo para que ela seja reduzida até obter um molho dourado. Reserve.
Chips de quiabo
12 quiabos cortados ao meio no sentido do comprimento
Modo de preparo
Disponha os quiabos com a polpa virada para baixo em uma frigideira antiaderente (sem óleo ou azeite) e leve-os ao fogo mínimo até que a polpa fique marrom escura, caramelizada. Reserve.
Angu de milho verde
8 espigas de milho verde
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 xícara de leite integral
Modo de preparo
Com uma faca, solte os grãos de milho da espiga, adicione o leite e triture-os com liquidificador ou mixer. Passe a mistura por uma peneira e então leve ao fogo com a manteiga, mexendo sempre até que fique na consistência de angu mole. Ajuste o sal e reserve.
Montagem
Em um prato, disponha o angu, ponha sobre ele as sobrecoxas e então os chips de quiabo. Regue com a redução da marinada. Sirva com uma saladinha de tomate e cebola temperada com limão e azeite, que têm a acidez perfeita para completar os sabores do prato. Rende quatro porções.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde
Sobremesa
Bolo Cosmopolitan*
Ingredientes
Massa
¾ de xícara de chá de manteiga
1 xícara de açúcar
2 ovos
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 copo de iogurte natural
1 colher de sopa de fermento
1 colher de sopa de bicabornato de sódio
¾ de xícara de amêndoas fatiadas
¾ de xícara de cranberries em passa (pode ser uva passa)
Recheio
2 peras cortadas em fatias finas
½ xícara de chá de amêndoas
½ xícara de chá de cranberries (ou uva passa)
½ xícara de chá de açúcar de laranja (para fazer, junte as raspas de ½ laranja a 1 xícara de açúcar)
Modo de preparo
Massa
Bata o açúcar com a manteiga até dissolver bastante o açúcar. Junte os ovos inteiros e bata até dobrar de volume. Acrescente o iogurte e depois a farinha, aos poucos. Bata bem, até a massa ficar aerada e leve. Acrescente as amêndoas e os cranberries ou passas. Por fim, misture o fermento e o bicabornato de sódio.
Montagem
Em uma forma untada, despeje metade da massa. Sobre ela, disponha uma camada de peras fatiadas, amêndoas, cranberries e então o açucar de laranja. Finalize com o restante da massa. Leve ao forno pré-aquecido na temperatura máxima até que o bolo cresça (aproximadamente 10 minutos). Abaixe a potência do forno – este é o momento de a massa cozinhar por dentro, por cerca de 20 minutos – e só então abra o forno e espete a massa com um palito longo para se certificar de que está assada (se o palito sair limpo, está bom). Se você quiser um bolo mais coradinho, deixe mais alguns minutos. Espere esfriar, desenforme e polvilhe com o açúcar de laranja.
* Receita da chef Letícia Massula, da Cozinha da Matilde
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
CARNOSINA E LONGEVIDADE
Quem diria UM PRODUTO DA CARNE é LOincontestavelmente um dos maiores aliados a uma VIDA MAIS LONGA e MAIS SAUDÁVEL.
A NATUREZA quando examinada sem preconceitos é mesmo EXUBERANTE
NOTA DO BLOG DO PAIM:
EXPRESSÃO ACIMA É O TRECHO FINAL DA MATÉRIA QUE VOCÉ VAI LER A SEGUIR:
Glicação: Um pulo para um envelhecimento sem saúde
Qualquer dieta rica em carboidrato – especialmente os refinados, incluindo sucos de frutas, têm uma enorme capacidade de acelerar o envelhecimento.
Parte desse processo é estimulada por um processo bioquímico chamado de GLICAÇÃO.
É um processo um tanto complexo, em que estão envolvidos moléculas de glicose e de proteína.
Uma reação química é estabelecida de forma que resultam moléculas deformadas e não funcionantes, que costumam se aglutinar.
Esse processo é muitas vezes comparado a uma “caramelização”, ou seja: o composto final não pode retornar a um estado anterior, e esse novo resultante compromete os tecidos que está formando, deixando-os mais rijos e espessos.
A pele envelhecida é um bom exemplo do tipo de aparência externa de um órgão afetado pela glicação.
Mas o CORAÇÃO, o CÉREBRO e os OLHOS, entre outros podem ser órgãos especialmente sensíveis a esse processo.
Esse dano irreparável afeta de forma imperiosa ao organismo sendo parte do processo degenerativo da aterosclerose, doença cardíaca, ALZHEIMER (e outras doenças degenerativas cerebrais, como Parkinson e Esclerose Lateral Amiotrófica), todas as complicações da diabetes, CATARATA, e qualquer processo associado às limitações do envelhecimento.
De um modo geral o colágeno e outras proteínas de matriz tecidual estão sujeitas a essa reação de re-arranjo molecular, onde a resultante é um tecido com perturbações funcionais.
Em pessoas mais jovens a preocupação com a glicação é devido a sua obstinada relação com a obesidade e a diabete, sendo um dos mais expoentes limitadores da expectativa e da qualidade de vida nesses indivíduos. (Essa é a razão pelo qual é solicitado o exame hemoglobina glicada para o controle de pacientes diabéticos)
A glicação é um processo que não pode ser completamente evitado dentro dos organismos, mas é fundamental que se tome atitudes que habilite uma proteção a predominância desse tipo de reação química.
Nas sociedades ocidentais ou modernizadas uma forma de tornar mais vagarosa a glicação é a REDUÇÃO do consumo de todo e qualquer carboidrato, principalmente os refinados.
Isso é de certa forma um dos pilares que dá suporte a postura cada mais encorajada de restringir o consumo desse alimento, estranhamente colocado na base da pirâmide alimentar – como política de saúde pública, e de distribuição de alimentos.
Se a base alimentar é o AMIDO o convite a uma velhice precoce e enferma é garantida – por todos aqueles que estão associados à EXTRAVAGANTE IDEIA de que é natural tomar sucos de frutas, eventualmente no lugar da água para matar a sede.
Aliás, tem uma propaganda que diz: “Mate sua sede com o refrigerante X!!”.
Se algum crédulo entendesse que essa orientação, oriundas de propagandas de massa no rádio, TV ou em out-doors fosse honesta, possivelmente já estaria morto por doenças ligadas à falência pancreática.
Quem tem sede toma ÁGUA! Quem tem fome toma suco ou refrigerante ou um drinque qualquer.
Aliás, um aspecto curioso é que a FRUTOSE está intimamente associada ao metabolismo do colesterol e das gorduras.
Além é claro de elevar um pouco o ácido úrico... A natureza – de verdade – é um curioso desafio aos arautos da saúde... as pessoas por algum motivo não se apercebem de que pão ou massas não dão em árvores, muito menos doces e outros quitutes manufaturados...
Um nutriente natural é a única alternativa natural viável para tratar a glicação.
Trata-se de um aminoácido dipeptídeo de ocorrência farta nos músculos e cérebro: a CARNOSINA.
Esse AMINOÁCIDO se oferece como ALVO para a GLICAÇÃO para a glicose e poupa outras proteínas de sofrerem esse processo.
A CARNOSINA também se liga a outras proteínas já glicadas nos tecidos, tornando-as mais fáceis de serem submetidas ao metabolismo e eliminadas, habilitando as estruturas teciduais a se manterem jovens e flexíveis.
Dá para se afirmar que ao ter essa habilidade de prevenir a glicação e a formação dos malfadados AGEs (produtos finais de glicação, do inglês: Advanced Glycation End Products), a carnosina é dos mais poderosos produtos anti-aging (anti-envelhecimento) conhecidos na atualidade!
A CARNOSINA vai se reduzindo com o avançar da idade nos músculos e no cérebro, podendo chegar a menos de 40% de um indivíduo jovem após os 70 anos. Ao mesmo tempo em vai caindo a carnosina mais o corpo vai ficando vulnerável à reação química da glicação.
Nos anos recentes, pesquisas laboratoriais comprovaram que a CARNOSINA:
1) Protege os OLHOS da glicação, e pode ser usada como tratamento e prevenção de CATARATA e perda visual em idosos;
2) Protege os VASOS CEREBRAIS mais tênues de danos que podem levar a doenças como ALZHEIMER, além de efetivar proteção contra ação tóxica de certos minerais tóxicos, formando com eles produtos inativos ou até mesmo novas substâncias antioxidantes;
3) Tem ação relaxante e de dilatação nos vasos sanguíneos melhorando a oferta de sangue ao CORAÇÃO. Além disso, melhora a performance muscular cardíaca.
4) Previne o envelhecimento da PELE por inibir ocross-link (ligação transversal) do colágeno e preservando sua elasticidade. Tem ação favorável na cicatrização por promover divisão celular;
5) É um poderoso ANTIOXIDANTE por ser ativo contra um dos piores tipos de radicais livres, os radicais hidroxil; estabiliza a membrana celular e protege contra a ação dos radicais livres;
6) Pode prevenir os efeitos da nefropatia diabética;
7) Pode melhorar em grande medida a socialização e a comunicação de crianças autistas.
8) Pode bloquear a atividade da guanilato ciclase, enzima ligada a asma, enxaqueca e câncer;
9) Combate processos alérgicos.
Embora existam muitas substâncias naturais que podem ser usadas para tratar e prevenir o STRESS OXIDATIVO (formação de radicais livres) e a inflamação crônica, instâncias extremamente importantes para o envelhecimento, a glicação, um marcante e devastador aspecto dos processos degenerativos que vai se impondo com o passar dos anos, tem na CARNOSINA o mais importante AGENTE ANTAGONISTA, e possivelmente o ÚNICO viável, uma vez que além dela somente substâncias químicas artificiais farmacêuticas, ainda em fase de estudos, podem se contrapor à glicação.
A CARNOSINA é largamente disponível em dietas normais com oferta razoável de CARNE.
Dietas que incluem restrição de CARNE podem ser extremamente perniciosas aos níveis de CARNOSINA corporal, o que certamente pode favorecer à GLICAÇÃO, logo a um ENVELHECIMENTO pouco saudável, pois muitas vezes essas dietas restringem ou mesmo suprimem a entrada de carnosina ao organismo e ainda por cima o sobretaxam com prejudiciais produtos ricos em carboidratos. Excesso de carboidratos e falta de CARNOSINA é a pior equação alimentar que qualquer dieta, que se proponha a ser reconhecida como saudável, pode apresentar.
O rejuvenescimento é possível?
Um dos aspectos mais inexoráveis do processo do envelhecimento é o fato de que as células carregam em si mesmo uma espécie de CONTADOR de multiplicações possíveis.
Ou seja, as células filhas, ao se formarem de uma célula anterior carregam um número uma vez menor de potenciais novas multiplicações em relação à sua predecessora e assim sucessivamente. Isso seria uma programação geneticamente definida. Estudos com cultura celular demonstram esse fato de forma inequívoca.
Além disso, as células mais velhas perdem progressivamente a eficiência funcional.
Porém estudos científicos com culturas celulares mostraram outra incrível virtude da CARNOSINA: as células de tecidos colocados em ambiente rico em CARNOSINA parecem retomar sua capacidade jovial de reprodução e de funcionamento.
Células mais velhas PARECEM REJUVENESCER e viver três vezes mais do que as células em ambientes sem CARNOSINA. Esses estudos mostram ainda, que com a retirada das células que ficaram mais jovens, elas retornam à tendência anterior do processo de envelhecimento.
Os níveis de CARNOSINA MUSCULAR estão diretamente ligados à expectativa de vida das espécies.
Quanto maior esse nível, mais longa será a sobrevida.
Em ratos, a sobrevida é de cerca de 20%, fazendo com que esse animal atinja o máximo de sua capacidade de vida (15 meses) com aspecto mais jovem e com a BIOQUÍMICA CEREBRAL preservada!
Quem diria UM PRODUTO DA CARNE é incontestavelmente um dos maiores aliados a uma VIDA MAIS LONGA e MAIS SAUDÁVEL.
A NATUREZA quando examinada sem preconceitos é mesmo EXUBERANTE.
A NATUREZA quando examinada sem preconceitos é mesmo EXUBERANTE
NOTA DO BLOG DO PAIM:
EXPRESSÃO ACIMA É O TRECHO FINAL DA MATÉRIA QUE VOCÉ VAI LER A SEGUIR:
Glicação: Um pulo para um envelhecimento sem saúde
RJosé Carlos Brasil Peixoto
Parte desse processo é estimulada por um processo bioquímico chamado de GLICAÇÃO.
É um processo um tanto complexo, em que estão envolvidos moléculas de glicose e de proteína.
Uma reação química é estabelecida de forma que resultam moléculas deformadas e não funcionantes, que costumam se aglutinar.
Esse processo é muitas vezes comparado a uma “caramelização”, ou seja: o composto final não pode retornar a um estado anterior, e esse novo resultante compromete os tecidos que está formando, deixando-os mais rijos e espessos.
A pele envelhecida é um bom exemplo do tipo de aparência externa de um órgão afetado pela glicação.
Mas o CORAÇÃO, o CÉREBRO e os OLHOS, entre outros podem ser órgãos especialmente sensíveis a esse processo.
Esse dano irreparável afeta de forma imperiosa ao organismo sendo parte do processo degenerativo da aterosclerose, doença cardíaca, ALZHEIMER (e outras doenças degenerativas cerebrais, como Parkinson e Esclerose Lateral Amiotrófica), todas as complicações da diabetes, CATARATA, e qualquer processo associado às limitações do envelhecimento.
De um modo geral o colágeno e outras proteínas de matriz tecidual estão sujeitas a essa reação de re-arranjo molecular, onde a resultante é um tecido com perturbações funcionais.
Em pessoas mais jovens a preocupação com a glicação é devido a sua obstinada relação com a obesidade e a diabete, sendo um dos mais expoentes limitadores da expectativa e da qualidade de vida nesses indivíduos. (Essa é a razão pelo qual é solicitado o exame hemoglobina glicada para o controle de pacientes diabéticos)
A glicação é um processo que não pode ser completamente evitado dentro dos organismos, mas é fundamental que se tome atitudes que habilite uma proteção a predominância desse tipo de reação química.
Nas sociedades ocidentais ou modernizadas uma forma de tornar mais vagarosa a glicação é a REDUÇÃO do consumo de todo e qualquer carboidrato, principalmente os refinados.
Isso é de certa forma um dos pilares que dá suporte a postura cada mais encorajada de restringir o consumo desse alimento, estranhamente colocado na base da pirâmide alimentar – como política de saúde pública, e de distribuição de alimentos.
Se a base alimentar é o AMIDO o convite a uma velhice precoce e enferma é garantida – por todos aqueles que estão associados à EXTRAVAGANTE IDEIA de que é natural tomar sucos de frutas, eventualmente no lugar da água para matar a sede.
Aliás, tem uma propaganda que diz: “Mate sua sede com o refrigerante X!!”.
Se algum crédulo entendesse que essa orientação, oriundas de propagandas de massa no rádio, TV ou em out-doors fosse honesta, possivelmente já estaria morto por doenças ligadas à falência pancreática.
Quem tem sede toma ÁGUA! Quem tem fome toma suco ou refrigerante ou um drinque qualquer.
Aliás, um aspecto curioso é que a FRUTOSE está intimamente associada ao metabolismo do colesterol e das gorduras.
Além é claro de elevar um pouco o ácido úrico... A natureza – de verdade – é um curioso desafio aos arautos da saúde... as pessoas por algum motivo não se apercebem de que pão ou massas não dão em árvores, muito menos doces e outros quitutes manufaturados...
Um nutriente natural é a única alternativa natural viável para tratar a glicação.
Trata-se de um aminoácido dipeptídeo de ocorrência farta nos músculos e cérebro: a CARNOSINA.
Esse AMINOÁCIDO se oferece como ALVO para a GLICAÇÃO para a glicose e poupa outras proteínas de sofrerem esse processo.
A CARNOSINA também se liga a outras proteínas já glicadas nos tecidos, tornando-as mais fáceis de serem submetidas ao metabolismo e eliminadas, habilitando as estruturas teciduais a se manterem jovens e flexíveis.
Dá para se afirmar que ao ter essa habilidade de prevenir a glicação e a formação dos malfadados AGEs (produtos finais de glicação, do inglês: Advanced Glycation End Products), a carnosina é dos mais poderosos produtos anti-aging (anti-envelhecimento) conhecidos na atualidade!
A CARNOSINA vai se reduzindo com o avançar da idade nos músculos e no cérebro, podendo chegar a menos de 40% de um indivíduo jovem após os 70 anos. Ao mesmo tempo em vai caindo a carnosina mais o corpo vai ficando vulnerável à reação química da glicação.
Nos anos recentes, pesquisas laboratoriais comprovaram que a CARNOSINA:
1) Protege os OLHOS da glicação, e pode ser usada como tratamento e prevenção de CATARATA e perda visual em idosos;
2) Protege os VASOS CEREBRAIS mais tênues de danos que podem levar a doenças como ALZHEIMER, além de efetivar proteção contra ação tóxica de certos minerais tóxicos, formando com eles produtos inativos ou até mesmo novas substâncias antioxidantes;
3) Tem ação relaxante e de dilatação nos vasos sanguíneos melhorando a oferta de sangue ao CORAÇÃO. Além disso, melhora a performance muscular cardíaca.
4) Previne o envelhecimento da PELE por inibir ocross-link (ligação transversal) do colágeno e preservando sua elasticidade. Tem ação favorável na cicatrização por promover divisão celular;
5) É um poderoso ANTIOXIDANTE por ser ativo contra um dos piores tipos de radicais livres, os radicais hidroxil; estabiliza a membrana celular e protege contra a ação dos radicais livres;
6) Pode prevenir os efeitos da nefropatia diabética;
7) Pode melhorar em grande medida a socialização e a comunicação de crianças autistas.
8) Pode bloquear a atividade da guanilato ciclase, enzima ligada a asma, enxaqueca e câncer;
9) Combate processos alérgicos.
Embora existam muitas substâncias naturais que podem ser usadas para tratar e prevenir o STRESS OXIDATIVO (formação de radicais livres) e a inflamação crônica, instâncias extremamente importantes para o envelhecimento, a glicação, um marcante e devastador aspecto dos processos degenerativos que vai se impondo com o passar dos anos, tem na CARNOSINA o mais importante AGENTE ANTAGONISTA, e possivelmente o ÚNICO viável, uma vez que além dela somente substâncias químicas artificiais farmacêuticas, ainda em fase de estudos, podem se contrapor à glicação.
A CARNOSINA é largamente disponível em dietas normais com oferta razoável de CARNE.
Dietas que incluem restrição de CARNE podem ser extremamente perniciosas aos níveis de CARNOSINA corporal, o que certamente pode favorecer à GLICAÇÃO, logo a um ENVELHECIMENTO pouco saudável, pois muitas vezes essas dietas restringem ou mesmo suprimem a entrada de carnosina ao organismo e ainda por cima o sobretaxam com prejudiciais produtos ricos em carboidratos. Excesso de carboidratos e falta de CARNOSINA é a pior equação alimentar que qualquer dieta, que se proponha a ser reconhecida como saudável, pode apresentar.
O rejuvenescimento é possível?
Um dos aspectos mais inexoráveis do processo do envelhecimento é o fato de que as células carregam em si mesmo uma espécie de CONTADOR de multiplicações possíveis.
Ou seja, as células filhas, ao se formarem de uma célula anterior carregam um número uma vez menor de potenciais novas multiplicações em relação à sua predecessora e assim sucessivamente. Isso seria uma programação geneticamente definida. Estudos com cultura celular demonstram esse fato de forma inequívoca.
Além disso, as células mais velhas perdem progressivamente a eficiência funcional.
Porém estudos científicos com culturas celulares mostraram outra incrível virtude da CARNOSINA: as células de tecidos colocados em ambiente rico em CARNOSINA parecem retomar sua capacidade jovial de reprodução e de funcionamento.
Células mais velhas PARECEM REJUVENESCER e viver três vezes mais do que as células em ambientes sem CARNOSINA. Esses estudos mostram ainda, que com a retirada das células que ficaram mais jovens, elas retornam à tendência anterior do processo de envelhecimento.
Os níveis de CARNOSINA MUSCULAR estão diretamente ligados à expectativa de vida das espécies.
Quanto maior esse nível, mais longa será a sobrevida.
Em ratos, a sobrevida é de cerca de 20%, fazendo com que esse animal atinja o máximo de sua capacidade de vida (15 meses) com aspecto mais jovem e com a BIOQUÍMICA CEREBRAL preservada!
Quem diria UM PRODUTO DA CARNE é incontestavelmente um dos maiores aliados a uma VIDA MAIS LONGA e MAIS SAUDÁVEL.
A NATUREZA quando examinada sem preconceitos é mesmo EXUBERANTE.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Manga (fruta)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Marcas[Expandir]
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A manga é a fruta nacional da India, Filipinas e Paquistão. São encontradas menções a ela em canções do século IV em poemas escritos em sânscrito, por poetas como Kalidasa. Se acredita ter sido provada por Alexandre, o Grande (século 3 aC) e o peregrino chinês Hieun Tsang (7 º século dC). Mais tarde, no século 16, o imperador mogol, Akbar plantou 100.000 árvores de manga em Darbhanga, Bihar em um lugar agora conhecido como Lakhi Bagh.[1]
Índice[esconder] |
[editar] Descrição
A manga é uma fruta do tipo drupa, de coloração variada: amarelo, laranja e vermelha, sendo mais roseada no lado que sofre insolação direta e mais amarelada ou esverdeada no lado que recebe insolação indireta. Normalmente, quando a fruta ainda não está madura, sua cor é verde, mas isso depende do cultivo. A polpa é suculenta e muito saborosa, em alguns casos fibrosa, doce, encerrando uma única semente grande no centro. As mangas são usadas na alimentação das mais variadas formas, mas é mais consumida ao natural.Acredita-se que a manga é a fruta fresca mais consumida em todo o mundo. Foi introduzida na Califórnia (Santa Barbara) nos anos de 1880[2].
Uma manga fresca contém cerca de 15% de açúcar, até 1% de proteína e quantidades significativas de vitaminas, minerais e antioxidantes, podendo conter vitamina A, B e C.
Graças à alta quantidade de ferro que contém, a manga é indicada para tratamentos de anemia e é benéfica para as mulheres grávidas e em períodos de menstruação. Pessoas que sofrem de cãimbras, stress e problemas cardíacos, podem se beneficiar das altas concentrações de potássio e magnésio existentes que também auxiliam àqueles que sofrem de acidose. Também há relatos de que as mangas suavizam os intestinos, tornando mais fácil a digestão. Na Índia, onde a manga é a fruta nacional, acredita-se que as mangas estancam hemorragias, fortalecem o coração e trazem benefícios ao cérebro. É também utilizada em afecções pulmonares (bronquite asmática, bronquite catarral e tosse), Gengivas inflamadas (gengivites, feridas na boca e no canto dos lábios). Úlceras de decúbito (escaras), úlceras varicosas.
| Manga, crua | |
|---|---|
| Valor nutricional por 100 g (4 oz) | |
| Energia | 272 kJ (70 kcal) |
| Carboidratos | |
| Carboidratos totais | 17 g |
| • Açúcares | 14,8 g |
| • Fibra dietética | 1,8 g |
| Gorduras | |
| Gorduras totais | 0,27 g |
| Proteínas | |
| Proteínas totais | 0,51 g |
| Vitaminas | |
| Vitamina A equiv. | 38 µg (5%) |
| - Betacaroteno | 445 µg (4%) |
| Tiamina (vit. B1) | 0.058 mg (5%) |
| Riboflavina (vit. B2) | 0.057 mg (5%) |
| Niacina (vit. B3) | 0.584 mg (4%) |
| Ácido pantotênico (B5) | 0.160 mg (3%) |
| Vitamina B6 | 0.134 mg (10%) |
| Ácido fólico (vit. B9) | 14 µg (4%) |
| Vitamina C | 27.7 mg (33%) |
| Minerais | |
| Cálcio | 10 mg (1%) |
| Ferro | 0.13 mg (1%) |
| Magnésio | 9 mg (3%) |
| Fósforo | 11 mg (2%) |
| Potássio | 156 mg (3%) |
| Zinco | 0.04 mg (0%) |
| Fonte: USDA Percentuais são relativos ao nível de ingestão diária recomendada para adultos. | |
[editar] Cultivo
Podem ser cultivadas em climas tropicais e subtropicais. Devem ser plantadas em uma área com boa drenagem e um solo ligeiramente ácido. Devem ser regadas regularmente quando jovens, porém, ao atingirem a maturidade, devem ser regadas com intervalos entre 10 e 15 dias. Cerca de 4 a 5 meses após a floração, as mangas estão maduras. Quando a manga já chegou em seu tamanho final e está pronta para ser colhida, ela se torna fácil de ser tirada do pé, com um simples puxão.[editar] Pestes e doenças
Diversas doenças atacam as plantações de manga. Agentes patogénicos podem provocar diversos tipos de doenças, podendo causar pesadas perdas na produção de manga[3].Mais de 492 espécies de insetos, 17 espécies de ácaros e 26 espécies de nemátodes têm atacado as mangueiras.
Referências
- ↑ National Fruit. Govt. of India Official website.
- ↑ Tudo sobre mangas URL acessada em 30 de setembro de 2010
- ↑ Horticulture World Diseases and Pests URL acessada em 30 de setembro de 2010
[editar] Ligações externas
- (em português) Página da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical
- (em português)Manga
- (em alemão) PPP-Index
- (em inglês) USDA Plants Database
- (em inglês) Germplasm Resources Information Network (GRIN)
- http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/1705220-manga-uma-fruta-com-propriedades/
| [Esconder] Alimentos | |
|---|---|
| Salgados | Coxinha · Arroz · Macarrão · Feijão · Mandioca · Carne · Batata · Feijoada · Purê · Beterraba. |
| Doces | Chocolate · Pudim · Sobremesa · Gelatina. |
| Temperos | Pimenta · Maionese · Manteiga · Sal · Açúcar · Geleia. |
| Verduras | Couve · Alface · Espinafre · Almeirão · Chicória · Mostarda · Agrião. |
| Frutas | Manga · Pêra · Morango · Pêssego · Caqui · Uva · Maçã · Melancia · Banana · Tomate · Limão · Ginja. |
| Bebidas | Suco · Cerveja · Vinho · Conhaque · Iogurte · Licor · Água · Refrigerante · Limonada · Leite · Gemada · Milkshake · Soro caseiro · Laranjada. |
| Outros alimentos | Bolo · Uva passa. · Sopa |
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Alimentação no combate ao câncer de próstata
O câncer de próstata é uma dos tipos mais comuns afetando homens idosos e uma das principais causas de morte. Exames regulares do reto são recomendados para homens de mais idade para a detecção precoce do câncer de próstata.
Há também teste de sangue que mede a concentração de uma proteína (antígeno específico da próstata) que geralmente é muito baixa. Resultado mostrando concentração elevada pode ser indicação de problema na próstata, seja prostatite, hiperplasia benigna ou câncer de próstata. O teste de antígeno específico da próstata não pode distinguir entre as doenças na próstata, mas faz com que o médico investigue mais a fundo. Câncer de próstata é tratado com manipulação de hormônios (prevenindo a produção de testosterona), radiação e/ou cirurgia.
Alimentação, dieta e câncer de próstata
Há evidências sugerindo que uma dieta rica em gordura animal pode elevar o risco de câncer de próstata, enquanto uma alimentação com muitas frutas e vegetais poderia diminuir o risco. Estudos estão em progresso para descobrir como homens podem diminuir o risco de câncer de próstata ao tomar certos suplementos alimentares.
Créditos:
Tradução: © 2005, Hélio Augusto Ferreira Fontes.
Este artigo está licenciado sob a GNU Free Documentation License (www.gnu.org/copyleft/fdl.html). Usa material do artigo da Wikipédia "Prostate cancer"
Há também teste de sangue que mede a concentração de uma proteína (antígeno específico da próstata) que geralmente é muito baixa. Resultado mostrando concentração elevada pode ser indicação de problema na próstata, seja prostatite, hiperplasia benigna ou câncer de próstata. O teste de antígeno específico da próstata não pode distinguir entre as doenças na próstata, mas faz com que o médico investigue mais a fundo. Câncer de próstata é tratado com manipulação de hormônios (prevenindo a produção de testosterona), radiação e/ou cirurgia.
Alimentação, dieta e câncer de próstata
Há evidências sugerindo que uma dieta rica em gordura animal pode elevar o risco de câncer de próstata, enquanto uma alimentação com muitas frutas e vegetais poderia diminuir o risco. Estudos estão em progresso para descobrir como homens podem diminuir o risco de câncer de próstata ao tomar certos suplementos alimentares.
sábado, 29 de setembro de 2012
Alimento vivo: o chip da vida
Suco verde, grãos germinados, arte na horta: a professora Ana Branco ensina a brincar com a comida e depois comer a arte que revitaliza o corpo e a alma
Por Alessandra Nahra
Ana Branco é uma professora diferente. Para começar, ela desafia a antiga lei doméstica que sempre proibiu as crianças de brincar com a comida. Ao contrário, Ana Branco é uma mãe para esses “arteiros”: ela ensina e estimula seus alunos (já bem crescidinhos) a brincar de fazer arte com a comida. Uma brincadeira com muito amor e respeito pela Terra, a mãe de todos nós e de frutos que oferece tão generosamente para que tenhamos o alimento, a vida, a brincadeira.
Professora do Departamento de Artes da PUC-Rio desde 1981, Ana Branco orienta o BioChip, grupo que investiga as cores e a recuperação da informação através do desenho com modelos vivos. Estes modelos vivos são rabanetes, abacates, mangas, alfaces, cenouras – sementes, frutas e hortaliças, de preferência fresquinhos. Com os alunos, Ana vai até hortas orgânicas onde “conversar” com os vegetais. Trocando e recebendo informações direto da fonte original, a arte nasce da vida. “Através da interação dos modelos vivos com o observador, são feitas leituras quanto às suas formas, cores, sabores, texturas e odores. Os frutos da Terra recuperam no nosso corpo informações matrísticas, que podem ser decodificadas a partir do contato direto, não verbal, presente nos alimentos vivos”, explica o folheto do BioChip. Em outras palavras, os alunos fazem arte com a comida viva e depois apreciam com todos os sentidos, incluindo o paladar, o gosto que a arte tem.
Mas por que se chama BioChip? “Chips de computadores são moléculas de água que contém silício. Sementes também. Dentro delas, há informações sobre a vida na Terra. O contato com o chip vivo recupera o processo criativo do humano, nos reconectando com os outros, com os animais e com o planeta”, explicou Ana em recente palestra em Porto Alegre, durante o Fórum Social Mundial.
As idéias de Ana ultrapassam os limites da academia, gerando arte viva que flui para dentro das pessoas. É isso que se percebe ao vê-la em ação, explicando com o corpo e coração a missão da sua vida. Ana Branco come diferente da maioria dos humanos contemporâneos e economiza um dinheirão em gás. É que ela nunca cozinha – mas isso também não quer dizer que come fora todos os dia. Ana só come Alimentos Vivos, ou seja, crus e brotados. Segundo ela, cozinhar alimentos rompe a molécula de água que reveste o silício – e aí, já viu: adeus informação, adeus BioChip. O chip perde a água molecular e a informação não é mais acessada. O que equivale dizer que a conexão com a Terra se rompe e o homem se mantém em processo de dormência. “E isso é interessante para a manutenção da guerra em que vivemos, para a relação de ataque e defesa que estabelecemos dentro de nosso eco-sistema, de nosso corpo. Só que agora acabaram-se as guerras e vamos ter que re-aprender a viver em paz, como nascemos”.
As sementes, alcalinas, começam a se acidificar assim que se afastam da planta. Este processo acontece com quase tudo que alimenta o mundo. Transformamos, cozinhamos, congelamos, microondeamos a comida. “Pela acidificação nós nos desnaturamos, nos afastamos da natureza, a do planeta e a nossa. Esquecemos que somos mamíferos, alegres, cooperativos. Adoecemos porque nos afastamos da origem. Os alimentos cozidos desencadeiam no organismo humano estruturas viciantes. Isto é, cada vez mais o organismo deseja doses mais ácidas, e essa acidez gera euforia e depressão exatamente como acontece com as drogas.”
Então Ana pesquisou e agora ensina maneiras de trazer a vida de volta à nossa vida. Ela não recomenda que ninguém pare de comer do jeito que come e opte imediatamente pela alimentação crua, porque, segundo ela, nossa intoxicação é imensa e seria um choque para o organismo, tal qual uma desintoxicação de drogas pesadas. “Dentro da Alimentação Viva, tudo o que estamos acostumados a comer são drogas: açúcar branco, mascavo, pão integral com tofu, peixe grelhado, caldinho de feijão com arroz, biscoito de água e sal, sorvete de creme etc”. Isso porque os alimentos industrializados e as misturas de amido com proteína são altamente acidificantes, causando dependência. Mas Ana não “prega” a sua maneira de alimentação. Segundo ela, é “só para os que escolhem ser o que sempre foram”. No entanto, ela dá receitas para que qualquer pessoa possa incorporar a força dos alimentos vivos no dia-a-dia, mesmo que não tenha intenção nenhuma de abandonar as delícias cozidas.
As duas principais ferramentas são os grãos germinados e o Suco de Luz do Sol. “Precisamos fazer o caminho contrário do que fizemos até aqui, pelo qual acidificamos ao máximo nossa comida. Quando a semente germina, torna o solo e tudo o mais alcalino, e alcalinização é igual à revitalização. Quando molhamos a semente, a dormência se rompe e libera a informação, ampliando o valor nutritivo em 20 mil vezes”. Sementes e grãos germinados são a base da alimentação de Ana. Puros, misturados, transformados em…
…Suco de Luz do Sol, que vem a ser clorofila pura, luz do astro rei que alimentou e foi transformada pelas plantas verdes. “Esse tipo de alimento é capaz de mudar o comportamento das pessoas, por causa da oxigenação intensa do cérebro”. O suco verde entra no sangue e em 15 minutos se transforma em hemoglobina, acelerando processos de cura e desintoxicação. “Tomando o suco de Luz do sol todos os dias, voce vai aos poucos recuperando quem voce sempre foi. Nào precisa ter pressa, basta ter ritmo”. E é um remédio poderoso, diz Ana, que pode curar tudo. Dor de cabeça, dor de barriga, pele seca, diarréia, cocô duro, gripe – das mais fáceis até as mais difíceis. Aids? Cura, garante Ana. Câncer? Cura também. A pessoa está em coma? É só levar o liquidificador para a UTI e dar suco de Luz do Sol de hora em hora até que a pessoa levante do transe. Ana garante. Ela já viu. E você pode ler nos depoimentos no site dela, clicando aqui.
E depois? Depois é passar adiante a informação para quem precisa do santo remédio. Porque, não se engane, é presente da mãe Terra, é presente de Deus, quase de graça (moço, quanto custa a folha de abóbora?), independente e auto-suficiente. Presente baratinho porém mais valioso que muito diamante quando a maior riqueza é saúde e vida vibrante e criativa, atributos naturais dos mamíferos – e por tudo isso, por esse tesouro reconectado, estamos desde agora sempre plenamente agradecidos…
Receitas: Suco de Luz do Sol e como germinar
Liquidifique um pepino pequeno e uma maçã grande sem sementes. Não coloque água nenhuma, bata com a ajuda de um socador ou colher de pau (cuidadosamente), para extrair o líquido das hortaliças. Então coe num coador de pano e coloque o líquido de volta no liquidificador. Acrescente o legume e a raiz, que podem ser cenoura, abóbora, maxixe, batata doce, inhame, quiabo, couve-flor, abobrinha, nabo beterraba etc. (Procure variar as hortaliças e privilegie as de produção orgânica.) Bata e coe novamente. Acrescente as folhas verdes, que podem ser couve, folha de abóbora, folha de beterraba, folha de cenoura, espinafre, bertalha, chicória etc; quanto mais verde, melhor. Ponha agora os grãos germinados (trigo, girassol, painço, soja, linhaça, gergelim, arroz, amendoim, ervilha etc). Bata tudo, coe no coador de pano e beba imediatamente. Em pouco tempo esse suco se transforma em hemoglobina dentro do corpo.
Para germinar grãos:
1. Colocar de uma a três colheres de sopa de grãos num vidro e cobrir com água limpa.
2. Deixar de molho por 8 a 12 horas.
3. Cobrir a boca do vidro com filó e prender com elástico. Despejar a água em que os grãos ficaram de molho e enxaguar bem os grãos sob a torneira.
4. Colocar o vidro inclinado num escorredor num lugar sombreado e fresco.
5. Enxaguar pela manhã e á noite. Em dias quentes é preciso lavar mais vezes.
O tempo de germinação varia de acordo com o grão, temperatura etc. Em geral, estão com sua potência máxima logo que sinalizam, assim que põem o “rabinho” para fora. Então estão prontos para serem consumidos.
Fonte: “Você sabe se alimentar?”; Dr. Soleil, Ed. Paulus
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