sábado, 31 de outubro de 2015

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

sábado, 25 de outubro de 2014

Mel tem quase 40% menos calorias que o açúcar. E traz vários benefícios para a saúde

Por Karla Precioso postado em 12/10/2011 às 10h00

foto divulgação
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Além de ser utilizado como adoçante – uma colher de mel tem 62 kCal, contra 100 kcal do açúcar –, o mel sempre foi reconhecido devido às suas propriedades terapêuticas. Ele é composto por água e rico em vitaminas, proteínas, minerais, ácidos e aminoácidos. O mel possui ainda um teor considerável de antioxidantes como flavonóides e fenólicos. Cada florada, no entanto, pode trazer características distintas ao mel, conferindo ao produto qualidades bem peculiares, como apresentado abaixo:
 Mel Silvestre – Mel tônico, fortifica o organismo e é considerado embelezador pois contém néctar de diversas floradas sem uma determinância predominância.
 Mel Eucalipto – Expectorante, dilata os brônquios e desobstrui o sistema respiratório
Mel Laranjeira – Regula o intestino, revigora a pele e combate a insônia
Cipó-Uva – Desintoxica o fígado e é ótimo para combater os efeitos do álcool.
Jataí – Um dos méis mais nobres, é antioxidante, antibiótico, antimicrobiano. É o que apresenta maior escala medicinal. Este é o único mel produzido por abelhas pequenas, sem ferrão.
 Florada Café – Com sabor cítrico, é diurético, broncodilatador e estimulante do humor.
 Como saber se o mel é realmente puro:
 Muito se especula sobre a qualidade dos méis oferecidos no mercado. Para saber se um mel é realmente puro, Rodrigo Balioti, do Empório do Mel, sugere o “teste do iodo”: Reserve dois copos com água – em um deles, coloque uma colher de mel e, no outro, uma colher de açúcar. Mexa bem. Coloque de 3 a 4 gotas de iodo em ambas as soluções. No copo com açúcar, a solução ficará negra. Na solução com mel puro, o iodo vai apenas intensificar a cor do mel. Ou seja, se a solução escurecer, é sinal que o mel não é puro.
 Outra dica é observar a cristalização do mel. O mel puro cristaliza-se de forma homogênea, de baixo para cima a partir da base do frasco. Para que o mel volte a seu estado normal, basta aquecê-lo em banho-maria a não mais que 40º C.
 fonte:  Empório do Mel: Shopping VillaLobos (Espaço Básico, Loja 4, tel. 3024-3828)  e Avenida Eliseu de Almeida 1077, Butantã, tel. 3722-5144.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Cacau


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde julho de 2012).
Como ler uma caixa taxonómicaCacaueiro
Theobroma cacao-frutos.jpeg
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Malvales
Família: Malvaceae
Subfamília: Sterculioideae
Género: Theobroma
Espécie: T. cacao
Nome binomial
Theobroma cacao
L.
Theobroma cacao - MHNT
O cacaueiro (Theobroma cacao. significa alimento dos deuses) é a árvore que dá origem ao fruto chamado cacau. É da família Malvaceae e a sua origem é a América do Sul. Pode atingir até 6 metros de altura e possui duas fases de produção: temporão (março a agosto) e safra (setembro a fevereiro). O cacau é a principal matéria-prima do chocolate.


Importância econômica

É do cacau que se faz o chocolate através da moagem das suas amêndoas secas em processo industrial ou caseiro. Outros subprodutos do cacau incluem sua polpa, suco, geleia, destilados finos e sorvete.

domingo, 10 de agosto de 2014

Os chefs ‘invisíveis’ da alta gastronomia

Os segundos na hierarquia não gozam dos holofotes, mas são fundamentais

por  




Comunhão de princípios. A chef estrelada Roberta Sudbrack (à esquerda) ao lado de seu braço direito, a mineira Lydia Shiihara
Foto: O Globo / Cecilia Acioli
Comunhão de princípios. A chef estrelada Roberta Sudbrack (à esquerda) ao lado de seu braço direito, a mineira Lydia Shiihara - O Globo / Cecilia Acioli

RIO - Anônimos no salão, imprescindíveis na cozinha. Os sous-chefs (ou subchefs) são o braço direito dos grandes nomes da gastronomia, estão em segundo lugar na hierarquia dos restaurantes e têm todo aquele trabalho e aquela responsabilidade com que seus mestres também arcam. Com um detalhe: não levam a fama. Além de ajudarem na coordenação da equipe, controlam estoques, fazem contas, conferem o processo criativo para que tudo saia perfeito e, claro, colocam a mão na massa. 
A estrelada chef Roberta Sudbrack diz que não entregaria o cargo a alguém desconhecido, mesmo que tivesse um currículo invejável. Para ela, essa é uma relação profunda, familiar, quase íntima. Não à toa, colocou a responsabilidade de sua casa no Jardim Botânico nas mãos da mineira, filha de japoneses, Lydia Shiihara, há quatros anos trabalhando com ela.
— A função de sous-chef não é uma escolha, mas uma conquista. É a pessoa à qual você entrega a sua cozinha. E, para mim, sempre será alguém que comunga dos mesmos princípios que eu, que entende a minha filosofia de que o ingrediente tem que aparecer, e não o chef. Lydia é uma pessoa única, séria e coerente, conquistou essa posição — defende Sudbrack, uma das participantes do Rio Gastronomia, uma realização O GLOBO, com apresentação da RioTur, patrocínio master da CEG e do Sebrae, patrocínio do Azeite Gallo e Nextel, apoio Senac, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Air France e Deli Delícia, parceria do Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio).
Com a humildade de uma aprendiz, Lydia mostra profunda admiração pela mestre. Escuta atentamente cada uma das instruções e faz questão de segui-las à risca. Tanto capricha no sabor quanto na estética do prato, a ponto de corrigir a própria chef.
— Uma bronca da Lydia é pior que a minha. Inclusive, quando levo, fico péssima — brinca Sudbrack. 



A linha dura também é rotina nas cozinhas de Jan Santos (do Ibérico e do Entretapas). Segundo ele, “sua” Andréa Mesquita tem carinha de fofa, mas é osso duro de roer. O pulso firme e a capacidade de gestão de Andréa conquistaram a confiança de Jan no espanhol Entretapas, onde ela ficou por quase dois anos, até ser convidada para liderar a mais nova menina dos olhos do chef: a cozinha do Ibérico, aberto há quatro meses no Jardim Botânico, com a fama do primeiro restaurante sustentável do país. Para o lugar dela no Entretapas, Jan escalou o italiano Stefano Panaia.
— Cozinhar é obrigação, mas ser chef e sous-chef é mais que isso: é saber liderar, sobretudo pessoas — define Jan, lembrando que entrevistou Andréa umas oito vezes antes de “formalizar a união”, mesmo sabendo de sua imersão em restaurantes da Catalunha por sete anos.
Andréa, por sua vez, não está nem um pouco preocupada em levar a fama.
— Sou muito tímida, gosto de ficar nos bastidores, cozinhando — justifica.
Os holofotes também não são fundamentais para Rodrigo Guimarães, há quatro anos segundo chef do Oro, restaurante do badalado chef Felipe Bronze. A ele cabe “reger a orquestra”, cuidando de tudo quando Bronze está em reuniões e viagens, além das gravações da série “O mago da cozinha” do “Fantástico”, na Rede Globo, e do programa “Comidinhas de chef”, no canal GNT. 
— A cozinha não é o trabalho de um ou dois, mas a dedicação de muitos. O sucesso do Oro se deve a uma equipe de dez pessoas, e o Felipe sempre diz isso — resume Guimarães.
Como Felipe Bronze define, o sous-chef é uma peça fundamental: faz a ponte entre a ideia do chef e o dia a dia da equipe. E quem pensa que a admiração vem de um lado só, do pupilo para o mestre, engana-se. 
— Sou fã do Rodrigo. Ele é mais técnico, mais pontual, mais regrado e disciplinado do que eu jamais fui. Ele é meu complemento, é parte fundamental do sucesso do negócio — declara Felipe Bronze. 
Admiração é algo que chama a atenção também na história do chef italiano Luciano Boseggia e do pernambucano Januário de Andrade, conhecido com Badaró. Eles trabalham juntos há 18 anos, desde o Fasano da Haddock Lobo,k em São Paulo. Vieram para o Rio, passaram por altos e baixos e por salões como o da Forneria São Sebastião e o do Gero e agora, há três anos, estão no Alloro, restaurante do hotel Windsor. E, depois de aprender exaustivamente sobre cozinha italiana, Badaró se prepara para um voo solo: abrirá uma casa de massas no estilo “pegar e levar”, na Aníbal de Mendonça, em Ipanema.
— Ainda não sei se vou deixar o Boseggia. São muitos anos juntos, estamos em negociação, “discutindo a relação” — brinca Badaró, ainda confuso com a mudança.
Enquanto não chegam a um consenso, Boseggia aproveita para curtir os últimos momentos do companheiro em sua cozinha em tempo integral.
— Por mim, ele ficaria ao meu lado a vida toda. É como um casamento: quando você está há muitos anos ao lado de uma pessoa, já sabe, só de olhar, o que ela está pensando — diz Boseggia. 
Outra parceria de sucesso intercontinental é a do italiano Luca Orini com Filipe Rizzato, no Cipriani, do Copacabana Palace. Com 11 anos de carreira, Rizzato abriu mão da chefia no Quadrifoglio e apostou na mudança. Está há um ano ao lado de Luca.
— Optei por aprender mais um pouco, com um chef experiente de outro país. Ter essa troca é fundamental — avalia Rizzato, que já passou pela Locanda Locatelli, em Londres, com uma estrela Michelin, e pelo L’Indret, em Barcelona.
De estagiário a sous-chef
O segundo homem na cozinha de Rafael Costa e Silva, do Lasai, é o chef Thiago Gouveia, de 29 anos. Os parceiros se conheceram ainda na Espanha, no período em que Rafa era chef do Mugaritz; e Thiago, estagiário. Os dois se distanciaram quando Rafa veio para o Brasil com o projeto do Lasai. 
Nos dois anos de obras até ter o salão aberto, Thiago aproveitou para se especializar. Trabalhou em outros restaurantes espanhóis renomados, como o El Bulli, do espanhol Ferran Adrià. Retornou ao Brasil, estagiou no Dom, de Alex Atala. Antes mesmo de abrir o Lasai, Rafa sabia que ele era “o cara”.
— Por tudo o que vi no Mugartiz, percebi que ele estava pronto para ser sub-chef. Dividimos praticamente todo o trabalho. No Brasil, o líder ainda tem que ter uma qualidade a mais: se dedicar às pessoas. Os clientes são bastante sensíveis — avalia Rafa Costa e Silva.
Em alguns pontos, o aprendiz supera o mestre: 
— Ele faz alho e óleo melhor do que eu — conta Rafa.


terça-feira, 22 de abril de 2014


Tâmara é um alimento muito importante no Médio Oriente, em especial nas zonas mais desérticas, devido á escassez de alimentos. Este fruto é muito rico a nível nutricional, tem enormes benefícios na saúde, conheça este alimento fantástico. 
ALGUMAS DICAS RÁPIDAS:


»Comer três tâmaras por dia, aumenta substancialmente o passaporte para uma vida longa e saudável.

»Tâmaras reduzem o colesterol e melhora a circulação do sangue.

»Tâmara moída é óptima para hidratar a pele, devido aos seus óleos ricos em propriedades.

»Possui importantes propriedades e benefícios na saúde, devido aos seus nutrientes que fornece ao nosso organismo.

QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS NUTRICIONAIS DA TÂMARA?

A tâmara é altamente nutritiva devido á sua composição conter; proteínas, açúcares, sais minerais, vitaminas principalmente a vitamina C. A título de curiosidade e para ficar a saber, a tâmara tem em vitamina C em relação á banana até mais 100 vezes, em relação á laranja até mais 17 vezes, é extraordinário não é? Mas não é tudo sobre este super alimento, é muito doce, altamente apetecível e muito rica em fibras, potássio, ferro e cálcio. »Hidratos de carbono simples e complexos:

Na composição da tâmara 72% são hidratos de carbono simples e complexos, o que faz deste fruto um alimento muito energético, seno um alimento ideal, para desportistas, crianças e trabalhos enérgicos.

»Minerais:

Os minerais são importantíssimos no nosso organismo, a tâmara ajuda a manter os níveis necessários. Os sais minerais são fundamentais e ajudam a manter o equilíbrio de fluidos, controlar a contracção muscular, o transporte do oxigénio para a parte muscular e regular o metabolismo energético do organismo.

»Açúcares complexos:

Devido á sua composição de açucares complexos, permite que o organismo tenha um metabolismo lento e demorado. Assim é uma propriedade muito interessante para quem pratica esforço físico ou mental muito prolongado, onde é exigido enorme resistência. »Vitaminas:

As tâmaras para além da já referida vitamina C, também é rica em vitamina B5, que proporciona efeitos tranquilizantes e relaxantes, criando um bem-estar e funcionando muito bem como um anti-stress. Também é um fruto óptimo para que sofre de insónias ou tem dificuldades em dormir, isto porque tem na sua composição triptófano que estimula a formação de melatonina de moda a contribuir para ter um sono tranquilo e descansado.

QUAIS OS BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE?

Hoje confirma-se e tiram-se proveito, de todas as qualidades curativas que as tâmaras tinham na antiguidade.

» Celulose e frutose:

O seu valor deve-se me grande parte á composição em celulose e frutose, que são recomendadas para situações de mau funcionamento da flora intestinal, pois funcionam como um ligeiro laxante.

»O ferro: É também um nutriente que compõe a tâmara, é recomendado para quem padece de problemas hepáticos e anemias.

»Vitaminas A, B e C:

Fortalece naturalmente o organismo de gripe, viroses, infecções urinárias e respiratórias.

»Potássio:

Importante para preservar os nossos ossos, pois ajuda a manter a estrutura óssea. Regula e mantém a pressão sanguínea. Mas tenha sempre em atenção que o potássio é eliminado do corpo sem risco de toxidade para as pessoas que não tenham problemas renais. Pois para as pessoas com função renal anormal devem, monitorizar a ingestão porque podem não ser capaz de eliminar a quantidade adequada.

»Mais benefícios na saúde:

Estimula o apetite, beneficiando assim nos transtornos de estômago e intestinos associados á inapetência.
VIVA BEM SEJA POSITIVA (O)

sábado, 19 de abril de 2014

Pêra 

Informações sobre a Pêra, características, vitaminas, benefícios e propriedades

pêra
Pêra: muito consumida no Brasil

 
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Rosales
Família: Rosaceae
Gênero: Pyrus 

INFORMAÇÕES

A pêra é um fruto muito nutritivo de sabor adocicado.
Possui uma casca fina que pode ser, de acordo com a espécie, de cor amarela, verde ou vermelha.
A polpa também varia de acordo com a variedade, podendo ser macia, dura ou granulosa.
As variedades mais conhecidas no Brasil são: pêra willians, pêra-d'água, pêra de pé curto e pêra red (casca vermelha).
É rica em sais minerais como, por exemplo, sódio, potássio, ferro, magnésio e cálcio.
As vitaminas encontradas na pêra são do tipo A, C e do complexo B.
Cada 100 gramas deste fruto apresenta, aproximadamente, 52 calorias.
É uma fruta rica em fibras, contribuíndo para o bom funcionamento intestinal.
É uma fruta típica de regiões de clima temperado.
Na culinária, é utilizada para a fabricação de geléias, compotas, sorvetes e outros doces.
A árvore que produz este fruto chama-se pereira.
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Bibliografia indicada:
- Frutas Brasil Frutas
  Autor: Tassara, Helena
  Editora: Empresa das Artes
  Temas: Botânica, Frutas